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23 de jan. de 2022

Tendências do Pensamento Contemporâneo - Tasso da Silveira

 

Informações do livro:

Autor: Tasso da Silveira

Editora: Civilização Brasileira S/A

Ano da edição: 1935

Páginas: 186


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ÍNDICE DA OBRA


I — DESTINO PRÓXIMO DO ESPÍRITO


Berdiaeff e a libertação do indivíduo (p. 9)

A posiçãod e Landsberg (p. 20)

Charles Maurras ou o instinto da sabedoria (p. 33)

Maritain e o apostolado da inteligência (p. 43)

O Dostoiewski de Berdiaeff (p. 51)

Hello e a crítica doutrinária (p. 63)

A rebeldia contra a civilização (p. 70)

Psicologia dos chefes revolucionários (p. 79)

Chesterton e o espírito realista (p. 87)

Solovief e a tentação no deserto (p. 96)

Um ponto de vista de Solovief (p. 104)

Spengler ou a nova curva da sofística (p. 110)


II — MEDITAÇÃO DOS POETAS


Hörderlin (p. 131)

Rilke e Rodin (p. 138)

Gandhi e Tagore (p. 145)

Keyserling (p. 157)

Von Ungern (p. 165)

Flora e Papini (p. 171)

Remarque e a geração sacrificada (p. 180)

Nota (p. 187)

30 de dez. de 2021

República Syndicalista dos Estados Unidos do Brasil [1931] - Olbiano de Mello

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Olbiano de Mello

Editora: A. Coelho Branco F.º

Ano da edição: 1931

Páginas: 162


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ÍNDICE DA OBRA


Ao Proletariado (p. 5)

Uma Observação (p. 11)

República Sindicalista dos Estados Unidos do Brasil (p. 17)

Estado Sindical-Corporativo Brasileiro (p. 29)

Estado Econômico (p. 33)

Estado Financeiro (p. 37)

Estado Representativo (p. 47)

Das Eleições (p. 71)

Capítulos II (p. 87)

Anexos (p. 115)

Manifesto Programa da A.I.B. (p. 121)

A Estrutura Política do Brasil - Everardo Backheuser

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Everardo Backheuser

Editoras: Mendonça, Machado & Ca.

Ano da edição: 1926

Páginas: 217


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— (p. )


ÍNDICE DA OBRA


Primeira página (p. 7)


Mudando de rumo, 7 — A chave do xadrez, 9 — Na Ilha Rasa, 10 — Na Detenção, 12 — Projeto a realizar, 13.


Assuntos Gerais (p. 15)


Dizer a verdade (p. 15)

Dizer ou calar, 15 — O regime da franqueza, 17.


A prática do patriotismo (p. 19)

A sensação de patriotismo, 19 — Grandeza e unidade da pátria, 20 — Patriotismo militarista, 22 — Patriotismo nacionalista, 24.


A nova concepção da geografia (p. 28)

Ciência antiga e moderna, 28 — O homem, como agente geográfico, 32 — Uma nova definição de geografia, 37 — Ciências correlatas, 40 — A especialização geográfica, 42.


A política e a geopolítica, segundo Kyellen (p. 44)

Os primeiros passos, 44 — Algumas definições, 46 — As subdivisões da Política, 48 — Alargando horizontes, 51 — O Estado como ser vivo, 52.


Assuntos geopolíticos (p. 55)


O nosso fatalismo é ingênito (p. 55)

O homem e o clima, 55 — Os dois tipos de ambientes geográfico do Brasil, 56 — Confrontos e comparações com a África, 57 — Um parentesco climatérico, 58 — O nirvanismo do brasileiro, 59.


A equação geral do Brasil (p. 60)

O nosso fatalismo tem cura, 60 — Espaço e posição, 61 — Solo e clima, 62 — "Sangue novo" e "ginástica", 63.


Clima e civilização: Teoria do grau de cultura (p. 65)

Saindo do Equador, 65 — No Mediterrâneo, 67 — O choque das colunas, 69 — Nas regiões eyelonicas, 70 — A marcha geográfica da civilização (gravura), 71 — Regiões chamadas hostis à civilização, 73 — O declínio da Europa, 75 — Variação no tempo, 76 — Leis do "grau de cultura", 79.


O conceito de supernação (p. 81)

Sentimento sui generis..., 81 — ... que não existe na Oceania, 82 — ... que não existe na Eurásia, 82 — ... que começa a haver na África, 84 — ... que existe na América, 86 — Latinos e anglo-saxônios, 88 — A alma da América, 90.


Assuntos cosmopolíticos (p. 93)


A população possível do Brasil (p. 93)

Os cálculos otimistas de Penek, 93 — Huntington e o Brasil, 94 — Asd zonas mais férteis da Terra, 95.


Ensino primário (p. 97)

Uniformidade de ensino, 97 — Antagonismos nocivos, 99 — Sempre tropeços, 101.


A revisão constitucional e o ensino (p. 103)

A mentalidade dos constituintes, 103 — Os erros persistem, 104 — Emendas à Constituição, 106.


Imigração Intelectual (p. 107)

Uma concorrente temível, 107 — "Missões" intelectuais, 109 — Os Instintos de Alta cultura, 110.


Espelho em que se mirar (p. 111)

Educar é fazer imitar bons modelos, 111 — Relembrando noções, 112 — Um paralelo que parece envergonhar, 114.


Mais ensino e menos discursos (p. 117)

Uma faculdade de ciências, 117 — Valioso auxílio, 118 — Menos discursos e mais ensino, 119 — Trabalho de laboratório, 120.


Assuntos autarcopolíticos (p. 121)


O "Estrangeiro", de Plínio Salgado, e a alma gemente do Nordeste (p. 121)

Contraste doloroso, 121 — Federalismo e desunião, 123 — Transmutação de sangue, 125.


Cooperação alemã no Brasil (p. 127)

Tríplice cooperação, 127 — O alemão colono, 129 — Novos bandeirantes, 130 — Elevação social, 132 — Na indústria e comércio, 133 — Um folheto valioso, 135 — Alemães na história do Brasil, 137 — Cooperação intelectual, 138.


A prosperidade do sul e o parcelamento do solo (p. 140)

O bem estar dos particulares, 140 — Blumenau, a encantadora, 141 — O livro e o baralho, 143.


Assuntos cenopolíticos (p. 145)

Índices da civilização no Brasil (p. 145)

Comparação científica, 145 — Carência de estatísticas, 149 — Fenômenos de correlação, 151 — Índices da vida material, 154 — Índices da vida intelectual, 159 — Índices da vida moral, 165 — Índices da vida social, 169 — A importância social da riqueza, 171.


Irmãos caluniados (p. 175)

Capacidade e disciplina, 175 — A segunda pátria, 176.


A língua dos brasileiros (p. 179)

Um só idioma, 179 — Em momento inoportuno, 181 — Métodos violentos, 183 — A nacionalização do ensino, 184.


Assuntos cratopolíticos (p. 187)


Conglomerato político (p. 187)

Os extremos políticos e o centro, 187 — O cristal e a formação político, 189 — Um regime que rui, 189 — O unitarismo brasileiro, 190 — A organização da unidade nacional, 192 — Atuam desfavoravelmente, 192 — Forças pró e contra (gravura), 193 — Atuam favoravelmente, 194.


Voto secreto e consciente (p. 195)

Voto consciente, 195 — Voto secreto, 196 — Uma máquina para votar, 197.


Um programa partidário para o momento (p. 199)

Prévia definição de princípios, 199 — Um programa de partido, 201 — Depois da revisão feita, 202.


O Brasil na política mundial (p. 203)

O "Espírito de Locarno", 203 — Euramericanismo e euroasiatismo, 204 — Terreno politicamente neutral, 205 — Predomínio do grupo ocidentel, 206.


Última página (p. 209)


Algumas observações, 209 — O projeto futuro, 210 — Plano da obra, 212 — Estrutura geopolítica, 212 — Estrutura demopolítica, 213 — Estrutura autarcopolítica, 214 — Estrutura cenopolítica, 215 — Estrutura cratopolítica, 216 — Educação e organização, 217.

26 de dez. de 2021

Formação Brasileira - Hélio Vianna

Capa do livro

Informações do livro:
Autor: Helio Vianna
Editora: Livraria - José Olympio - Editora
Ano da edição: 1935
Páginas: 258

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ÍNDICE DA OBRA


PREFÁCIO (p. 7)

INTRODUÇÃO (p. 9)


a) A dilatação colonial (p. 10)

b) Ângulos e triângulos da expansão territorial brasileira (p. 15)

c) A integração monárquica (p. 19)

d) A dispersão republicana (p. 22)


I – PRELIMINARES EUROPEIAS (p. 25)

O PRIMEIRO SÉCULO (p. 26)

CICLO DE CANA DE AÇÚCAR (p. 29)


II – A CONQUISTA DO NORTE (p. 41)

OS HOLANDESES NO BRASIL (p. 48)


III – CICLO DA CAÇA AO ÍNDIO (p. 53)

A CONQUISTA DO SUL (p. 61)


IV – O SERTÃO – CICLO DA CRIAÇÃO DE GADO (p. 71)


V – O CENTRO – CICLO DO OURO E DAS PEDRAS (p. 87)


VI – A ADMINISTRAÇÃO COLONIAL (p. 97)

LEVANTES LOCAIS (p. 102)


VII – FORMAÇÃO DAS FRONTEIRAS (p. 107)


VIII – O REINO E O IMPÉRIO (p. 119)

PRIMEIRO REINADO (p. 121)

A CONSTITUIÇÃO DE 1824 (p. 124)


IX – INSURREIÇÕES CONTRA O PODER CENTRAL (p. 127)


X – SEGUNDO REINADO – OS PARTIDOS POLÍTICOS, O PARLAMENTARISMO E O PODER MODERADOR (p. 131)


XI – A ESCRAVIDÃO DOS NEGROS NO BRASIL (p. 147)


XII – POLÍTICA EXTERIOR DO IMPÉRIO E DA REPÚBLICA (p. 157)


XIII – REBELIÕES REPUBLICANAS (p. 183)

AS CONSTITUIÇÕES DE 1891 E DE 1934 (p. 193)


XIV – ESBOÇO DE UMA HISTÓRIA ECONÔMICA E FINANCEIRA DO BRASIL DESDE A ABERTURA DOS PORTOS

a) Período monárquico (p. 197)

b) Período republicano (p. 204)


XV – SÍNTESE DE UMA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

a) Período colonial (p. 223)

b) Período monárquico (p. 230)

c) Período republicano (p. 238)

d) A Educação Artística no Brasil (p. 245)


CONCLUSÃO – PROBLEMAS SOCIAIS E POLÍTICOS DECORRENTES DA FORMAÇÃO BRASILEIRA (p. 255)

Estado Corporativo - Tasso da Silveira

Capa do livro

 Informações do livro:

Autor: Tasso da Silveira

Editora: Livraria - José Olympio - Editora

Ano da edição: 1937

Páginas: 301


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ÍNDICE DA OBRA


LIMIAR (p. 9)

O MOVIMENTO DO SIGMA (p. 21)


I – A face profunda do movimento modernista (p. 24)

II – O manifesto de Outubro (p. 29)

III – Estratégia (p. 37)


DA LIBERAL-DEMOCRACIA (p. 47)


1 – A fonte (p. 53)

2 – Renascimento & Cia (p. 59)

3 – Liberalismo político (p. 74)

4 – Liberalismo econômico (p. 91)

5 – Liberalismo social (p. 108)


AS ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS NA HISTÓRIA (p. 121)


Egito (p. 122)

Índia (p. 123)

Grécia (p. 124)

Roma (p. 125)

Idade Média (p. 130)


a) A noite com seus mundos acesos (p. 132)

b) As corporações (p. 149)

c) Mundo germânico e anglo-saxônico (p. 152)

d) França (p. 154)

e) Portugal (p. 159)

f) Espanha (p. 163)

g) Itália (p. 169)


O ESTADO NOVO NA EUROPA


1 – O Estado Livre de Fiume (p. 177)

2 – Itália (p. 184)

3 – Alemanha (p. 200)

4 – Aústria (p. 212)

5 – Portugal (p. 219)


O PENSAMENTO INTEGRALISTA


I – Concepção de mundo (p. 241)

II – O Homem (p. 247)

III – A família (p. 253)

IV – O trabalho (p. 261)

V – O Estado (p. 271)

VI – Revolução espiritual (p. 285)

VII – O Chefe (p. 290)

24 de dez. de 2021

Cartas aos Camisas-Verdes [1935] - Plínio Salgado

 

Capa do livro

Informações do livro:
Autor: Plínio Salgado
Editora: Livraria José Olympio - Editora
Ano da edição: 1935
Páginas: 204

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ÍNDICE DA OBRA


Razões destas cartas (p. 5)

I - Elogio da ausência (p. 9)

II - Do sertão paulista (p. 21)

III - Terra fluminense (p. 33)

IV - Alma gaúcha (p. 47)

V - Despedida dos pampas (p. 57)

VI - Gente catarinense (p. 63)

VII - Na região das araucárias (p. 75)

VIII - O terceiro mártir (p. 85)

IX - Aos "camisas-verdes" da Amazônia, dos Pampas e de Alagoas (p. 95)

X - Peregrinações no nordeste (p. 107)

XI - Palavra de ordem (p. 117)

XII - Mensagem na Semana Heróica (p. 129)

XIII - Vozes da Pátria (p. 141)

XIV - Nação que se levanta (p. 151)

XV - Eles estão aí! (p. 165)

XVI - Essa lei é boa! (p. 173)

XVII - Aos "camisas-verdes" capixabas (p. 183)

XVIII - Palavras ao Sol dos Mortos (p. 187)

XIX - Canto de glória ao Sol da Vida (p. 197)


20 de dez. de 2021

Rumo ao Sigma - Victor Pujol

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Victor Pujol

Editora: Livraria H. Antunes

Ano da edição: 1936

Páginas: 193


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ÍNDICE DA OBRA


Prefácio


CAPÍTULOS


I – REPÚBLICA DE PIGMEUS (p. 9)

II – A TÉCNICA DA REVOLUÇÃO (p. 39)

III – PANORAMA NACIONAL (p. 69)

IV – ILUSÕES DO LIBERALISMO (p. 117)

V – O ESTADO INTEGRALISTA (p. 141)


APÊNDICE


RESUMO DO ESTADO INTEGRALISTA (p. 187)

Razões do Integralismo [1935] - Olbiano de Mello

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Olbiano de Mello

Editora: Editora Schmidt

Ano da edição: 1935

Páginas: 137


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ÍNDICE DA OBRA


Palavras aos Integralistas (p. 7)

Como nasceu o Integralismo (p. 17)

O sentido humanista do Integralismo (p. 23)

Economia marxista e economia integralista (p. 45)

O mal do Brasil (p. 61)

O Sigma (p. 73)

Era Integralista (p. 81)

Estados fortes (p. 95)

Porque somos Integralistas (p. 111)

O pensamento integralista (p. 121)

Na encruzilhada (p. 129)

17 de dez. de 2021

Conceitos de Valor e Preço - Félix Contreiras Rodrigues

Conceitos de Valor e Preço

Conceitos de Valor e Preço

Informações do livro:

Autor: Félix Contreiras Rodrigues

Editora: Gráfica OLÍMPICA Editora

Ano da edição: 1951

Páginas: 481

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"Conceitos de Valor e Preço" é o estudo mais profundo já publicado sobre a Teoria do Valor Econômico e a Teoria do Preço. Escrito pelo líder integralista Félix Contreiras Rodrigues, o livro apresenta o Estado Integral e Cristão como a única solução política ao problema complexo do Valor e da fixação, recomendada por Santo Tomás de Aquino e pela Doutrina Social da Igreja, do Justo Preço. Apesar de completamente desconhecido, é um dos mais importantes livros da Economia Política.

Um dos méritos de "Conceitos de Valor e Preço" é seu estudo filosófico e sistemático dos fundamentos da Economia Política, estudando-a à luz da Metafísica e da Sociologia e elaborando uma definição científica das bases da Economia.

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ÍNDICE DA OBRA

Declaração prévia (p. 5)

Introdução (p. 9)

LIVRO I
Crítica dos Conceitos até agora apresentados sobre Valor e Preço


PRIMEIRA PARTE
Do valor na Economia-Política pré-científica

CAPÍTULO I. Traços gerais da economia antiga encarada como fato e como ideia (p. 23)

CAPÍTULO II. Ideias de Aristóteles (p. 27)

CAPÍTULO III. Noções econômicas contidas no Direito Romano (p. 33)

CAPÍTULO IV. Economia medieval e ideias de São Tomás de Aquino (p. 36)

CAPÍTULO V. Economia moderna e Mercantilismo (p. 45)

SEGUNDA PARTE
Do Valor na Economia Científica

CAPÍTULO I. Valor-utilidade – Primeiras tendências

§ 1.º – Classificação das teorias do valor, e juízo que merece (p. 49)
§ 2.º – Linhas gerais da teoria valor-utilidade (p. 50)
§ 3.º – Valor-utilidade na Fisiocracia (p. 52)
§ 4.º – A utilidade segundo A. Smith, D. Ricardo e Malthus (p. 59)
§ 5.º – Valor-utilidade na escola liberal ortodoxa. Seus criadores pela conciliação entre o objetivismo inglês e o subjetivismo francês (p. 63)
§ 6.º – Os continuadores ou acadêmicos (p. 66)
§ 7.º – Os continuadores (seguimento do parágrafo anterior) (p. 70)
§ 8.º – Conclusão (p. 74)

CAPÍTULO II. Valor-utilidade-final na teoria psicologista

§ 1.º – A teoria psicologista desenvolvida pelos economistas literários (p. 76)
§ 2.º – A teoria psicologista desenvolvida pelos economistas matemáticos, com opiniões de Cournot, Walras, Jacques Moret, Auspitz e Lieben, e críticas de Aymar, Bourguin, Gide e Rist (p. 97)

CAPÍTULO III. A teoria psicologista encarada através de suas leis

§ 1.º – O homo economicus (p. 102)
§ 2.º – A lei de oferta-e-procura (p. 105)
§ 3.º – A lei de saciabilidade das necessidades (p. 105)
§ 4.º – A lei de indiferença, ou de preço único (p. 109)
§ 5.º – A lei de substituição das necessidades e riquezas (p. 109)
§ 6.º – A lei da menor fruição (p. 110)
§ 7.º – A lei de variedade das necessidades e riquezas (p. 112)
§ 8.º A lei de Bernoulli (p. 112)
§ 9.º – A lei do menor-esforço ou Hedonismo (p. 113)
§ 10.º – As leis psicológicas e Mentor Buniatian (p. 118)

CAPÍTULO IV. Valor-utilidade, novas tendências, os universitários

§ 1.º – Valor-utilidade a serviço de uma tendência conservadora do liberalismo. P. Leroy Beaulieu (p. 126)
§ 2.º – Valor-utilidade a serviço de uma tendência socialista. A. Landry (p. 130)
§ 3.º – Valor-utilidade a serviço do Cooperativismo. Carlos Gide (p. 132)

CAPÍTULO V

§ 1.º – A. Smith (p. 141)
§ 2.º – D. Ricardo (p. 150)
§ 3.º – Malthus

CAPÍTULO VI. Valor-trabalho concebido pelos socialistas

§ 1.º – Carlos Marx e sua teoria do valor (p. 166)
§ 2.º – Marx e sua teoria do lucro — merhwert — (plus-value), (precalço) (p. 182)
§ 3.º – Proudhon (p. 186)
§ 4.º – Jorge Valois (p. 195)
§ 5.º – Críticas formuladas por C. Gide à teoria do valor-trabalho (p. 198)

CAPÍTULO VII. Valor-custo-de-produção

§ 1.º – Estado da questão (p. 202)
§ 2.º – Distinção indispensável entre elementos ou fatores da produção e agentes ou fautores da mesma (p. 206)
§ 3.º – Distinção entre capital fixo, que é essencialmente produtivo, e capital móvel, que é essencialmente distributivo e repartitivo (p. 209)
§ 4.º – Distinção entre trabalho, que se cataloga no custo-de-produção, e serviço, que se cataloga no preço-de-custo (p. 211)
§ 5.º – O papel do Estado na economia não é de produtor de riquezas materiais, mas o de produtor de riquezas imateriais (p. 215)
§ 6.º – Exposição sucinta do que se deve entender por custo-de-produção (p. 217)

CAPÍTULO VIII. Valor-custo-de-produção (p. 222)

CAPÍTULO IX. Valor-oferta-e-procura (p. 226)

CAPÍTULO X. Conclusão do Livro I

§ 1.º – As escolas dissidentes e suas conciliações (p. 239)
§ 2.º – De um mesmo princípio se têm deduzido consequências diversas; e de princípios diferentes, consequências idênticas (p. 240)
§ 3.º – Através da história, ora a economia é acompanhada de uma teoria explicativa, ora é praticada empiricamente, sem nenhuma base teórica, como a economia romana, a mercantilista e atualmente a dirigida (p. 241)
§ 4.º – Segundo as teorias de Aristóteles e S. Tomás, o fundamento dos atos econômicos é o valor-de-uso. Segundo as teorias científicas contemporâneas, o fundamento é o valor-de-troca. A teoria da utilidade-final reage contra esta tendência, dando à utilidade um sentido nitidamente subjetivista e atribuindo mais importância ao valor de uso (p. 242)
§ 5.º – Três atitudes assumidas pelos economistas ante os conceitos de utilidade (p. 243)
§ 6.º – Várias categorias de valor. Valor-potência, preço, riqueza (p. 244)
§ 7.º – Revides críticos recíprocos entre todas as escolas (p. 247)
§ 8.º – O que se diz contra o valor-utilidade-final, e o que se pode dizer do subjetivismo e do individualismo das escolas analisadas (p. 248)

LIVRO II
Fundamentos da Economia-Política à luz da Filosofia

PRIMEIRA PARTE
Três Problemas Preliminares da Economia-Política

CAPÍTULO I. O problema dos fins em geral

§ 1.º – A ideia de existência implica a ideia de um fim, quer intrínseco quer extrínseco (p. 253)
§ 2.º – Relação entre fim e lei (p. 258)
§ 3.º – Os positivistas de todos os matizes também apontam fins no funcionamento das leis que formulam (p. 261)
§ 4.º – O fim mesmo requer um juízo de realidade; os meios, um juízo de finalidade (p. 265)
§ 5.º –  Os fins estão escalados numa ordem de subordinação; e assim as ciências (p. 267)
§ 6.º – A Sociologia em face dos fins (p. 271)
§ 7.º – Analogia entre os juízos de finalidade e o juízo de valor (p. 274)

CAPÍTULO II. Qual o fim da Economia-Política?

§ 1.º – Divergências teóricas sobre este assunto (p. 278)
§ 2.º – Rápida crítica das diversas opiniões (p. 281)
§ 3.º – Razões por que a ideia de consumo é o fim da Ciência Econômica (p. 283)

CAPÍTULO III. A Economia-Política é Ciência ou Arte?

§ 1.º – Nem só ciência, nem só arte, mas ciência normativa. Definição da Economia-Política (p. 285)
§ 2.º – Divergências e vacilações dos economistas quanto à verdadeira natureza da Economia-Política (p. 290)
§ 3.º – As normas da Economia-Política se encontram dentro mesmo da Economia, e subsidiariamente nas ciências que lhe são superiores (p. 293)
§ 4.º – Como ciência normativa, a Economia-Política pode praticar as operações lidimamente científicas; de observação, classificação e generalização; desde que as relacione com a filosofia (p. 295)

SEGUNDA PARTE
Conceito de Valor e de Preço

CAPÍTULO I. Elemento objetivo do valor-utilidade

§ 1.º – Fundamento do valor (p. 299)
§ 2.º – Fundamento ontológico da utilidade (p. 302)
§ 3.º – A utilidade não é só o elemento objetivo do valor, mas também um princípio-primeiro, condição do valor (p. 306)
§ 4.º – Sentido da noção de utilidade; 1) A utilidade é intrínseca. 2) A utilidade implica o proveitoso ou conveniente (p. 310)

CAPÍTULO II. Elementos subjetivos do valor — A necessidade, o desejo

§ 1.º – Prioridade lógica dos elementos subjetivos. Analogia econômica entre o objeto material e o imaterial (p. 314)
§ 2.º – Diferença entre necessidade e desejo. Suas relações com os planos econômicos, vegetativo animal e humano. O modo vegetativo é o mais acentuado ideal econômico (p. 315)
§ 3.º – Principais caracteres da necessidade. Reparos à opinião dos economistas. As necessidades serão ilimitadas em capacidade? (p. 318)
§ 4.º – Formação do desejo no plano animal e no humano. Estimativa e instinto. Cogitativa e razão. Juízos e inteligência (p. 321)
§ 5.º – Algumas conclusões (p. 324)

CAPÍTULO III. Elementos subjetivos do valor (continuação) — O consenso social

§ 1.º – Conceitos de pessoa e indivíduo (p. 326)
§ 2.º – Tipos sociais correspondentes aos diversos conceitos apresentados. 1) O tipo liberal e a anarquia correspondem ao conceito individualista. 2) O tipo totalitário corresponde ao conceito materialista de pessoa. 3) O tipo integral corresponde ao conceito espiritualista de pessoa (p. 332)
§ 3.º – Conceituação de sociedade segundo Durkheim (p. 337)
§ 4.º – A sociedade é um modo de ser do homem (p. 338)
§ 5.º – A sociedade é dotada de um consenso social que age sobre os indivíduos determinando suas atitudes, e sobre as pessoas excitando suas faculdades (p. 338)
§ 6.º – Os fatos sociais são criações do homem sócio, em relação ao qual são subjetivos; mas se tornam objetivos à consciência do homem, isto é, da pessoa (p. 344)

CAPÍTULO IV. Conceito de valor

§ 1.º – A ideia de valor é inspirada ao indivíduo pelo consenso-social; forma-se em virtude da concordância entre os membros de uma sociedade a respeito da utilidade das coisas e do uso que se pode fazer delas (p. 347)
§ 2.º – O termo — valor — é analógico e não unívoco. Classificação dos valores (p. 355)
§ 3.º – A ideia do valor econômico participa da natureza da que se forma do valor em geral (p. 357)
§ 4.º – A verdadeira noção de valor assenta na convicção de que as necessidades elementares são contínuas numa sociedade e ilimitadas em capacidade (p. 359)
§ 5.º – O juízo de valor é um juízo de finalidade, que proporciona à Economia-Política reger-se por princípios próprios como ciência do homem (p. 360)
§ 6.º – Como se reconhece o bem e o mal contido num ato econômico (p. 361)
§ 7.º – Definição de valor econômico (p. 363)
§ 8.º – Noção de riqueza (p. 365)
§ 9.º – Distinções entre utilidade, valor e riqueza (p. 369)
§ 10.º – Limites à socialização que esta noção de valor pudesse inspirar. A ordem corporativa, a que leva o nosso conceito de valor é a ordem do consumo e não da produção (p. 370)

CAPÍTULO V. Conceito de Preço

§ 1.º – Diferenças entre valor e preço (p. 372)
§ 2.º – Consequências a coligir dos dois conceitos esboçados (p. 377)
§ 3.º – Definição de preço (p. 383)
§ 4.º – Medidas dos valores (p. 385)

CAPÍTULO VI. Preço-de-custo e justo-preço — Estado atual da questão

§ 1.º – Como resolvem este problema os economistas liberais — Marshall, Y. Guyot, C. Colson (p. 390)
§ 2.º – Preço-de-custo e justo-preço vistos por C. Gide (p. 396)
§ 3.º – Ideias de S. Tomás de Aquino e sua adoção pelos economistas católicos (p. 403)

CAPÍTULO VII. Como se podem determinar o preço-de-custo é o justo-preço

§ 1.º – Dados do problema (p. 408)
§ 2.º – O imposto (p. 409)
§ 3.º – O seguro (p. 411)
§ 4.º – Os fretes (p. 412)
§ 5.º – A distribuição ou comércio (p. 412)
§ 6.º – Despesas gerais (p. 413)
§ 7.º – Despesas com os indigentes (p. 414)
§ 8.º – Determinação do justo-preço pelo lucro (p. 415)
§ 9.º – Do precalço denominado especialmente rendimento-diferencial (p. 420)
§ 10.º – Do precalço denominado especialmente super-lucro (p. 424)
§ 11.º – Apanhado retrospectivo da solução do problema do preço e definições principais (p. 426)

CAPÍTULO VIII. Exemplos de preço-de-custo, justo-preço e de precalços

§ 1.º – Determinação do custo-de-produção, do preço-de-custo e do justo-preço na produção de uma estância riograndense de segunda categoria (p. 431)
§ 2.º – Precalços extraordinários ou super-lucro (p. 447)
§ 3.º – Justo preço em outras indústrias (p. 448)

CAPÍTULO IX. Conclusão do Livro II

§ 1.º – A Economia-Política, como ciência social e moral, operando sobre juízos teológicos, não perde o caráter de ciência (p. 450)
§ 2.º – O fim que visa a Economia Política é o bem-comum econômico, através do consumo ordenado no sentido do bem-comum geral (p. 452)
§ 3.º – A Economia-Política é uma ciência normativa (p. 455)
§ 4.º – O valor tem por princípio a sociedade e por fim a satisfação individual (p. 456)
§ 5.º – O preço tem por princípio o indivíduo e por fim a satisfação geral (p. 459)
§ 6.º – O justo-preço é o fecho de toda especulação econômica (p. 460)
§ 7.º – A complexidade da economia exige uma fórmula de organização social integral, a única adequada à defesa dos valores e à fixação do justo-preço (p. 463)
§ 8.º – Uma organização integral, no Brasil, teria de refletir os dados oferecidos pela sua história; poderia ser corporativa, mas essencialmente democrática, de inspiração cristã (p. 466)

BIBLIOGRAFIA (p. 477)

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9 de dez. de 2021

O conceito cristão da democracia [1946] - Plínio Salgado

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Plínio Salgado

Editora: Edições Estudos

Ano da edição: 1946

Páginas: 167


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ÍNDICE DA OBRA


"Esta é a conferência..." (p. 5)

I — Bases de uma Ordem Nova (p. 15)

II — O mito científico (p. 23)

III — Essa palavra liberdade (p. 29)

IV — Caráter fundamental do Evolucionismo (p. 35)

V — Espelho da civilização burguesa (p. 45)

VI — O materialismo negativista (p. 49)

VII — O idealismo: fonte do materialismo dogmático (p. 59)

VIII — A Inteligência-Vontade (p. 65) 

IX — Revolução e livre-arbítrio (p. 69)

X — Teoria e prática do neo-marxismo (p. 75)

XI — O Estado totalitário nacionalista (p. 81)

XII — Democracia "causa-efeito" (p. 87)

XIII — Origem democrática das ditaduras (p. 93)

XIV — Salvemos a Democracia pelo Espírito (p. 99)

XV — Estado, Governo e Povo (p. 105)

XVI — Democracia e finalidade nacional (p. 111)

XVII — Visões fragmentárias ou deturpadas do Homem (p. 119)

XVIII — Os monstros do mundo moderno (p. 125)

XIX — Se nos disserem... (p. 133)

XX — Unidade da angústia universal (p. 139)

XXI — Mensagem da Fé (p. 143)

Notas (p. 149)


27 de nov. de 2021

História do Brasil Vol. 2 - Plínio Salgado

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Plínio Salgado

Editora: Editora F.T.D. S.A.

Ano da edição: 1970

Páginas: 243


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ÍNDICE DA OBRA


IV Parte


A INDEPENDÊNCIA


Capítulo I — Transferência da Corte Portuguesa para o Brasil (p. 13)

Capítulo II — D. João VI no Brasil (p. 19)

Capítulo III — Guerras e Revelações, o Brasil Elevado a Reino (p. 26)

Capítulo IV — Regresso de D. João VI para Lisboa (p. 33)

Capítulo V — O Grito do Ipiranga (p. 40)

Capítulo VI — Ocorrências no Piauí, Maranhão e Pará (p. 50)


V Parte


O IMPÉRIO


Capítulo VII — Governo de D. Pedro I — 1 (p. 57)

Capítulo VIII — Governo de D. Pedro I — 2 (p. 67)

Capítulo IX — Governo de D. Pedro I — 3 (p. 75)

Capítulo X — As Regências (p. 80)

Capítulo XI — Governo de D. Pedro II — 1 (p. 93)

Capítulo XII — Giverno de D. Pedro II — 2 (p. 108)

Capítulo XIII — Governo de D. Pedro II — 3 (p. 119)

Capítulo XIV — Governo de D. Pedro II — 4 (p. 136)

Capítulo XV — A Queda do Império (p. 146)


VI Parte


A REPÚBLICA


Capítulo XVI — Proclamação da República (p. 157)

Capítulo XVII — Transformação do Estado (p. 170)

Capítulo XVIII — Presidentes da República — 1 (p. 175)

Capítulo XIX — Presidentes da República — 2 (p. 199)

Capítulo XX — Retrospecto da Vida Cultural Brasileira — 1 (p. 221)

Capítulo XXI — Retrospecto da Vida Cultural Brasileira — 2 (p. 232)


Vocabulário (p. 239)

Obras que Podem ser Consultadas (p. 245)

13 de nov. de 2021

História do Brasil Vol. 1 - Plínio Salgado

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Plínio Salgado

Editora: Editora F.T.D. S.A.

Ano da edição: 1970

Páginas: 253


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ÍNDICE DA OBRA


Dedicatória (p. 5)

Aos professores (p. 7)


1.ª Parte


ANTECEDENTES DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL


Capítulo I — Da Antiguidade à Idade Média (p. 13)

Capítulo II — As Espanhas (p. 19)

Capítulo III — Portugal (p. 24)

Capítulo IV — As Grandes Navegações (p. 30)


2.ª Parte


DOIS MUNDO SE ENCONTRAM


Capítulo V — Descobrimento do Brasil (p. 39)

Capítulo VI — Controvérsias e Discussões (p. 46)

Capítulo VII — Primeiras Explorações (p. 50)

Capítulo VIII — Martim Afonso de Souza (p. 55)

Capítulo IX — O Grande Cenário da História (p. 62)

Capítulo X — O Índio Brasileiro (p. 68)

Capítulo XI — Os Primeiros Povoadores (p. 79)

Capítulo XII — O Brasil Dividido em Capitanias (p. 83)


3.ª Parte


ESTRUTURA POLÍTICA E EXPANSÃO TERRITORIAL


Capítulo XIII — Centralização do Poder (p. 93)

Capítulo XIV — Segundo Governador Geral (p. 99)

Capítulo XV — Fundação de São Paulo (p. 106)

Capítulo XVI — Mem de Sá (p. 115)

Capítulo XVII — Ainda Men de Sá, Fundação do Rio de Janeiro (p. 123)

Capítulo XVIII — Últimos Tempos de Mem de Sá (p. 129)

Capítulo XIX — Por um Brasil Cristão (p. 133)

Capítulo XX — Escravidão Negra do Brasil (p. 138)

Capítulo XXI — O Brasil Dividido em Dois Governos (p. 145)

Capítulo XXII — Volta ao Sistema de um só Governador Geral (p. 149)

Capítulo XXIII — Franceses no Maranhão (p. 158)

Capítulo XXIV — Holandeses na Bahia (p. 165)

Capítulo XXV — Os Holandeses em Pernambuco (p. 171)

Capítulo XXVI — Domínio Holandês (p. 178)

Capítulo XVII — A Insurreição (p. 183)

Capítulo XVIII — Fim do Domínio Holandês (p. 193)

Capítulo XXIX — Expansão Territorial (p. 196)

Capítulo XXX — Novas Invasões Francesas (p. 207)

Capítulo XXXI — Sinais de uma Nação que Nascia (p. 211)

Capítulo XXXII — Limites do Brasil (p. 225)

Capítulo XXXIII — Inconfidência Mineira (p. 233)

Capítulo XXXIV — Transferência da Corte para o Brasil (p. 245)

Reis de Portugal, Governadores Gerais e Vice-Reis do Brasil, até a vinda de D. João VI para o Rio de Janeiro (p. 246)

Vocabulário (p. 249)

10 de nov. de 2021

Plínio Salgado [1936] - Antologia Panorama

 

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Informações do livro:

Editora: Revista Panorama

Ano da edição: 1936

Páginas: 274


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ÍNDICE DA OBRA


Carta fac simile de Rodrigues de Abreu (p. V)

Dados biográficos de Plínio Salgado (p. 1)


I PARTE


Apontamentos sobre a ação política de Plínio Salgado (p. 15)

Adendo (A grande hora do Brasil — Helio Fontes) (p. 39)


II PARTE


(Depoimentos)


Tasso da Silveira (p. 51)

Virginio Santa Rosa (p. 69)

Ribeiro Couto (p. 97)

Augusto Frederico Schmidt (p. 107)

Jehovah Motta (p. 113)

Malheiro Dias (p. 123)

Almeida Magalhães (p. 135)

Godofredo Filho (p. 141)

Fermamdp Caççage (p. 149)

Mario Ferreira de Medeiros (p. 177)

M. Paulo Filho (p. 185)

Olbiano de Mello (p. 191)

Philemon da Matta (p. 199)

Custódio de Viveiros (p. 205)

Americo Palha (p. 211)

Alvaro Armando (p. 217)

"O Progresso do Estado de São Paulo" (p. 223)

Menotti del Picchia (p. 229)

Nestor Victor (p. 230)

Cassiano Ricardo (p. 230)

C. da Veiga Lima (p. 231)

Revista do Globo (p. 231)

Adolpho Agorio (p. 232)

Theodomiro V. de Andrade (p. 232)

Gustavo Barroso (p. 232)

Osorio de Oliveira (p. 233)

Belisario Penna (p. 234)

Plínio Penna (p. 234)

Hildebrando Siqueira (p. 235)

Flávio de Campos (p. 235)

Madeira de Freitas (p. 236)

Almachio Diniz (p. 237)

Miguel Reale (p. 238)


APÊNDICE


(Diversas apreciações sobre Plínio Salgado como escritor e pensador)


Heitor Marçal (p. 241)

Rodrigues de Abreu (p. 246)

Jackson Figueiredo (p. 248)

Monteiro Lobato (p. 253)

Oliveira Vianna (p. 259)

Tristão de Athayde (p. 260)

Andrade Muricy (p. 262)

Murillo de Araujo (p. 271)

Roque Callage (p. 272)

Nuto Sant'Anna (p. 272)

Francisco Pati (p. 272)

Marius (p. 273)

Agripino Grieco (p. 273)

José Americo de Almeida (p. 273)

Afranio Peixoto (p. 273)

Luiz Delgado (p. 274)

Motta Filho (p. 274)

26 de out. de 2021

Tomo III - Obras Políticas, Miguel Reale

 

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Informações do livro:

Autor: Miguel Reale

Editora: Editora Universidade de Brasília (UnB)

Ano da edição: 1983

Páginas: 251


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ÍNDICE DA OBRA


1. A CRISE DA LIBERDADE (p. 5)

2. PERSPECTIVAS INTEGRALISTAS

Súmula do Integralismo (p. 15)

Posição do Proletariado (p. 37)

Sobre a Legislação Social (p. 43)

Aspectos do Socialismo no Brasil (p. 51)

A Posição do Integralismo (p. 57)

3. ATUALIDADES BRASILEIRAS

Explicação Indispensável (p. 71)

A Revolução de 30 (p. 73)

O Problema da Liberdade e a Revolução Necessária (p. 79)

Bases da Revolução Integralista (p. 91)

Rui Barbosa e uma Revisão Necessária (p. 105)

Notas à Margem de Casa Grande & Senzala (p. 109)

A Influência do Imigrante (p. 115)

O Conceito de Estado na Obra de Azevedo Amaral (p. 121)

Considerações Gerais sobre a Indústria Brasileira (p. 127)

Estudos Sociológicos de Geografia Sentimental (p. 143)

4. ABC DO INTEGRALISMO

Dedicatória (p. 153)

Prefácio (p. 155)

Como Nascem os Partidos (p. 157)

Partidos e Programas (p. 161)

O Oportunismo Partidário (p. 165)

A Soberania Popular (p. 171)

O "Coronel" Sucedâneo do Estado Liberal (p. 177)

A Comédia Eleitoral (p. 185)

Em Lugar dos Partidos, as Corporações (p. 193)

O Drama Comunista (p. 207)

Pela Ordem (p. 211)

5. NÓS E OS FASCISTAS DA EUROPA (p. 223)

6. CORPORATIVISMO E UNIDADE NACIONAL (p. 235)

7. INTEGRALISMO E DEMOCRACIA (p. 243)

Enciclopédia do Integralismo XI - A Orgânica da Acção Integralista Brasileira II

 

Capa do livro

Informações do livro:

Editora: Livraria Clássica Brasileira

Ano da edição:

Páginas: 142


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ÍNDICE DA OBRA


Departamento Nacional dos Estudantes (p. 5)

Diretoria Nacional de Expediente (p. 11)

Diretoria Nacional de Comunicações (p. 19)

Diretoria Nacional de Estatística (p. 23)

Secretaria Nacional de Arregimentação Feminina e de Plinianos (p. 29)

Secretaria Nacional das Relações com o Exterior (Regulamento) (p. 31)

Secretaria Nacional de Educação Moral Cívica e Física (Regulamento) (p. 39)

Ordens Honoríficas (p. 47)

Departamento Nacional dos Serviços Sindicais (Regulamento) (p. 49)

Província do Mar (Regulamento) (p. 53)

Governos Regionais (Regulamento) (p. 69)

Protocolos e Rituais (p. 77)

Enciclopédia do Integralismo X - A Orgânica da Ação Integralista Brasileira I

 

Capa do livro

Informações do livro:

Editora: Livraria Clássica Brasileira

Ano da edição:

Páginas: 169


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ÍNDICE DA OBRA


Os Organizadores aos leitores (p. 5)

Estatutos da Ação Integralista Brasileira (p. 9)

Supremo Conselho, Câmara dos Quarenta e Cortes do Sigma (p. 15)

Câmara dos Quarenta (Regulamento) (p. 17)

Câmara dos Quatrocentos (p. 27)

Conselho Jurídico (Regulamento) (p. 29)

Gabinete da Chefia Nacional (Regulamento) (p. 43)

"Monitor Integralista" — Órgão Oficial (Regulamento) (p. 49)

Diretoria Nacional de Estatística (Regulamento) (p. 59)

Procuradoria Nacional (Regulamento) (p. 69)

Secretaria Nacional de Doutrina e Estudos (Regulamento) (p. 81)

Secretaria Nacional de Finanças (Regulamento) (p. 89)

Secretaria Nacional de Assistência Social (Regulamento) (p. 93)

Departamento de Justiça (p. 105)

Secretaria Nacional de Propaganda (Regulamento) (p. 117)

Secretaria Nacional de Imprensa (Regulamento) (p. 127)

Escola de Jornalismo e Código de Ética (p. 137)

Relação dos jornais integralistas (p. 1932-1937) (p. 141)

Secretaria Nacional de Corporações e Serviços Eleitorais (Regulamento) (p. 147)

22 de out. de 2021

Enciclopédia do Integralismo IX - O Integralismo e a Educação

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autores: Everardo Backeuser, Pe. Helder Câmara, Belisário Penna, Margarida C. Albuquerque Corbisier, Leopoldo Aires, Carmen Pinheiro Dias, Plínio Salgado

Editora: Livraria Clássica Brasileira

Ano da edição:

Páginas: 214


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ÍNDICE DA OBRA


Para se Compreender Este livro (p. 5)


Integralismo da Educação — Everardo Backeuser (p. 15)

A Escola e o Lar (p. 17)

Indivíduo e Sociedade (p. 20)

Princípios Cardiais da Escola Nova (p. 21)

Aspecto Pedagógico (p. 22)

Educação Integral (p. 22)


Pedagogia Integralista — Pe. Hélder Câmara (p. 27)


A Mulher, a Família, o Lar e a Escola — Belisário Penna (p. 39)


Integralismo e Educação Feminina — Margarida C. Albuquerque Corbisier (p. 61)


O Sentido da Formação Pliniana — Leopoldo Aires (p. 71)


A Mulher e o Integralismo — Carmen Pinheiro Dias (p. 79)


4 Capítulos de Plínio Salgado (p. 95)

Panorama do Mundo Ocidental (p. 97)

Preparação Para o Coletivismo Totalitário (p. 109)

Educação (p. 119)

As Causas da Irresponsabilidade (p. 129)


Apêndice (p. 135)

Secretaria Nacional de Cultura Artística (p. 137)

A Preparação das Elites Integralistas (p. 149)

Seção Universitária (p. 160)

Secretaria Nacional de Arregimentação Feminina e dos Plinianos (p. 168)


O Integralismo e a Imprensa (p. 187)


Estatuto da Escola Brasileira de Jornalismo (p. 195)


Curso de Economia Política (p. 207)

12 de out. de 2021

Enciclopédia do Integralismo VIII - Estudos e Depoimentos

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autores: Genésio Pereira Filho, Humberto Pergher, Abelardo Cardoso, José Soares de Arruda, Ivan Luz, Hélio Rocha e Gumercindo Rocha Dórea

Editora: Livraria Clássica Brasileira

Ano da edição:

Páginas: 199


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ÍNDICE DA OBRA


Nota Inicial (p. 5)


Ser ou não ser Integralista

Genésio Pereira Filhos (p. 11)


Como estudar Plínio Salgado

Humberto Pergher (p. 19)


Ato de Fé Integralista

Abelardo Cardoso (p. 27)


O Conceito de Cultura

José Soares de Arruda (p. 43)


Teleologia Integralista

Ivan Luz (p. 53)


O Integralismo não é totalitarismo

Hélio Rocha (p. 63)


Plínio Salgado e a Estirpe de Aretino

Gumercindo Rocha Dórea (p. 135)

8 de out. de 2021

Enciclopédia do Integralismo VII - Coletânea de Poetas Integralistas

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autores: Plínio Salgado, Dário de Bittencourt, Agnaldo Celestino, Alfredo Gomes, Almeida Salles (Francisco Luis), Assis Silva, Augusto de Lima Filho, Benedicto de Lucca (Padre), Brasil Pinheiro Machado, Clodoaldo de Alencar, Colbert Crelier, Dantas Mota, Da Silva Garcia, Durval Passos de Mello, Eydmar Cardoso de Barros, Figueiredo Carneiro, Floriano Mendonça, Geminiano Guimarães, Gerardo Mello Mourão, Haydée Machado Marques Porto, Jaime de Castro, Jacinto Figueiredo, J. G. de Araújo Jorge, J. Hercílio Fleury, José Maria de Andrade Rodrigues, J. T. de Castro Alves, Judas Isgorogota, Júlio Dias, Lopes Ribeiro (A.B.), Lourival Santos Lima, Mário de Oliveira, M. Machado, Mário Ypiranga Monteiro, Manoel Sobrinho, Mayrink (José Mayrink de Souza Motta), Marcos Sandoval, Mauro Moreira, Miguel Edmar Soares Arruda, Nicanor de Carvalho, Nobrega de Siqueira, Maria Rita Vaz de Hollanda Cunha, Nunes da Silva, O. Muniz, Osmar Barbosa, Padão (D.S.), Padre Melo, Pessoa de Lima, Ribamar Pereira, Sidney Netto, Silvio Luis Michelloti, Thomaz de Aquino (Cônego J. Thomaz de Aquino Menezes), Valente (Adão), Waldomiro Ferreira (Major do Exército), (Nota dos Editores), Tasso da Silveira, Padre Caetano Oricchio, S.J.

Editora: Livraria Clássica Brasileira

Ano da edição:

Páginas: 220


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ÍNDICE DA OBRA


COLETÂNEA DE POETAS DO INTEGRALISMO


I Parte


Porque tivemos Poetas no Integralismo, por Plinio Salgado (p. 5)

O Integralismo e seus Poetas, por Dario de Bittencourt (p. 17)


II Parte


Coletânea (p. 51)


INDICE DOS POETAS POR ORDEM ALFABÉTICA


Agnaldo Celestino (p. 53)

    Palavras ao Jéca


Alfredo Gomes (p. 54)

    Conselho de Mãe


Almeida Salles (Francisco Luis) (p. 55)

    Poema do Braço Verde


Assis Silva (p. 59)

    Comunismo


Augusto de Lima Filho (p. 61)

    Trovas integralistas


Benedicto de Lucca (Padre) (p. 63)

    Exortação

    O integralista


Brasil Pinheiro Machado (p. 64)

    Aquilo não era Brasil


Clodoaldo de Alencar (p. 66)

    O novo Atlas


Colbert Crelier (p. 67)

    A Mulher Brasileira


Dantas Mota (p. 68)

    A voz do Século


Da Silva Garcia (p. 70)

    Soldado do Sigma


Durval Passos de Mello (p. 71)

    Ressurreição


Eydmar Cardoso de Barros (p. 73)

    Cruzada Ideal


Figueiredo Carneiro (p. 74)

    Em marcha!


Floriano Mendonça (p. 75)

    Vozes da Escola

    Vozes da Fábrica

    Rumor de passos


Geminiano Guimarães (p. 81)

    Palavras ao Brasil

    Anauê! Anauê! Anauê!


Gerardo Mello Mourão (p. 83)

    Os três dias

    Ronda da Pátria

    Canto àquele que veio


Haydée Machado Marques Porto (p. 95)

    Apoteose


Jaime de Castro (p. 97)

    A noite dos tambores silenciosos


Jacinto Figueiredo (p. 100)

    Integralistas


J. G. de Araújo Jorge (p. 102)

    Século de sombra... século de luz...


J. Hercílio Fleury (p. 104)

    A Grande Hora


José Maria de Andrade Rodrigues (p. 106)

    A Bandeira Integralista


J. T. de Castro Alves (p. 108)

    Os novos Curupiras

    Quarta Humanidade

    A Terra era uma só


Judas Isgorogota (p. 111)

    A voz que leva tudo de vencida


Júlio Dias (p. 113)

    Integralismo


Lopes Ribeiro (A.B.) (p. 114)

    O Integralismo


Lourival Santos Lima (p. 115)

    Marcha inaudita


Mário de Oliveira (p. 116)

    Integralista!


M. Machado (p. 118)

    Pavilhão Azul


Mário Ypiranga Monteiro (p. 119)

    Exaltação


Manoel Sobrinho (p. 122)

    Libertação do Espírito

    Exortação

    O aluno à professora


Mayrink (José Mayrink de Souza Motta) (p. 129)

    O estaleiro da renúncia...

    A voz do Chefe

    A saudação dos Crentes

    Minha camisa verde

    Minha Bandeira Azul e Branca

    A rufla emocional

    Ave Bandeira!

    A voz do Sentimento Nacional

    As jornadas da Pátria

    A camisa das selvas

    A ciranda das velas

    A alma infenua dos campos A Heroica Reconquista

    A Revolução necessária


Marcos Sandoval (p. 159)

    Ao som da inúbia

    Brasil


Mauro Moreira (p. 162)

    Contrastes


Miguel Edmar Soares Arruda (p. 163)

    O verde integralista


Nicanor de Carvalho (p. 164)

    O "anauê" dos vaqueiros

    Milícias verdes


Nobrega de Siqueira (p. 167)

    Ciclo


Maria Rita Vaz de Hollanda Cunha (p. 170)

    A um coração de mãe


Nunes da Silva (p. 172)

    O grande sonho


O. Muniz (p. 177)

    Anauê!


Osmar Barbosa (p. 178)

    Raça Nova


Padão (D.S.) (p. 179)

    Poema do Homem Negro


Padre Melo (p. 180)

    Integralismo

    Hino do Integralismo

    Canção do Integralista

    A mulher e o Integralismo

    Ânimo!

    Oração do Integralista

    Frente Única


Pessoa de Lima (p. 194)

    A Canção do Segundo Tamoio


Ribamar Pereira (p. 197)

    A marcha integralista


Sidney Netto (p. 199)

    A Província do Mar


Silvio Luis Michelloti (p. 201)

    O mais belo Manifesto


Thomaz de Aquino (Cônego J. Thomaz de Aquino Menezes) (p. 202)

    A Voz de Deus

    Hino do Núcleo de Miracema


Valente (Adão) (p. 205)

    Integralismo


Waldomiro Ferreira (Major do Exército) (p. 206)

    Brasileiros, sentido!


APÊNDICE


(Nota dos Editores) (p. 209)

    "Antes", "Depois", igual a "sempre"


Tasso da Silveira (p. 212)

    Saudação à Plínio Salgado


Padre Caetano Oricchio, S.J. (p. 216)

    In Plinium

6 de out. de 2021

Enciclopédia do Integralismo VI - O Integralismo e a Justiça

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autores: Atos do Poder Executivo, Decisões do Poder Judiciário, Razões — Parecer — Votos — Acordãos, Comentários diversos

Editora: Livraria Clássica Brasileira

Ano da edição:

Páginas: 220


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ÍNDICE DA OBRA


O Integralismo perante as leis do país (p. 5)

Estatutos da Ação Integralista Brasileira (p. 8)

Acórdão do Tribunal Superior de Justiça Eleitoral (p. 11)

Legalidade da Camisa Verde (p. 13)

A Lei de Segurança Nacional (p. 15)


Artigo de Plínio Salgado:

a) A Lei de Segurança Nacional (p. 19)

b) O Espírito da Lei (p. 21)

c) Documentos oficiais do Integralismo (p. 22)

d) Unilateralidade do Projeto (p. 23)

e) Ideias Integralistas que triunfaram na lei de segurança (p. 26)

f) O que torna a lei de segurança odiosa e monstruosa (p. 28)

g) Interesses do Capitalismo Internacional (p. 29)

h) Medidas que a lei deveria determinar (p. 31)

i) Interpretações de palavras (p. 32)

j) Conselhos aos Integralistas (p. 34)

k) O heroísmo da fé (p. 36)

l) A hora de Nun'Alvares (p. 38)


Artigo de Antonio Galloti:

Sentido de uma geração (p. 41)

Não se pode negar a existência legal da Ação Integralista Brasileira (p. 55)


Mais Uma Estrondosa Vitória do Integralismo:

a) Como narrou o julgamento um órgão adversário (p. 63)

b) As Camisas e o Sigilo dos Votos. — Não podem votar com camisa verde (p. 64)

c) Ampla liberdade no ato de votar (p. 65)

d) Podem fazer propaganda política com camisa verde (p. 66)

e) Brilhante Parecer do Procurador Geral. — Parecer n.º 1.035 (p. 67)

A Campanha de Juracy Magalhães contra os Integralistas da Bahia (p. 71)

O General Mariante, em voto magistral, cendece o "Habeas-Corpus" impetrado pela A.I.B. (p. 91)

O Integralismo e a "Nota" do Ministério da Justiça (p. 101)


Defesa e Julgamento Contra a Representação do Senador João Vilasbôas da U.D.N., que pretendeu o fechamento sumário do Partido de Representação Popular. — Reportagem única do julgamento no T.S.E., baseada nas que foram publicadas através da "Idade Nova", no primeiro semestre de 1949:

a) O Registro do Partido fez-se com a inteira observância dos preceitos legais atinentes ao assunto (p. 119)

b) Infrigência da Constituição (p. 129)

c) Doutrina Totalitária (p. 136)

d) O Registro não foi obtido como simulação (p. 150)

e) Deformação mental da juventude (p. 152)

f) Conclusão (p. 156)

g) Documentos Anexos (p. 160)


Julgamento Sensacional da Doutrina Integralista:

a) O Julgamento (p. 167)

b) Não compareceu o Sr. Vilasboas (p. 168)

c) Relata o professor Sá Filho (p. 169)

d) A palavra do Senador Dario Cardoso (p. 169)

e) O Voto do Relator (p. 172)

f) Votam os Ministros Ribeiro da Costa e Machado Guimarães (p. 174)


O P.R.P. Vence Por Unanimidade de Votos:

a) Vota o Desembargador Oliveira Sobrinho (p. 180)

b) Completada a unanimidade pelo Ministro Cunha Melo (p. 181)

c) A Decisão (p. 181)


O Voto do Ministro Rocha Lagôa:

a) Perfeito o Registro do Partido (p. 186)

b) O P.R.P. cumpriu a lei eleitoral (p. 187)

c) Os princípios da Ação Integralista (p. 188)

d) Fundamento do P.R.P. (p. 190)

e) Alegações do Senador Vilasboas (p. 191)

f) O Integralismo não é totalitário (p. 192)

g) O Integralismo é anti-totalitário (p. 195)

h) O Integralismo não pode ser confundido com o fascismo ou o nazismo (p. 198)

i) Plínio Salgado não é um simulador (p. 201)


O Voto do Ministro Cunha Melo (p. 205)