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17 de fev. de 2022

Organização Profissional (Corporativismo) e Representação de Classes - Paim Vieira

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Antônio Paim Vieira

Editora: Revista dos Tribunais

Ano da edição: 1933

Páginas: 257


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ÍNDICE DA OBRA

 

Primeira Parte

 

ORGANIZAÇÃO PROFISSIONAL

CORPORATIVISMO

 

CAPÍTULO I

DOUTRINA

 

O momento social e a economia — O liberalismo e suas consequências — A lei do mais forte — As supostas e a verdadeira doutrina da Igreja — Resignação ou reação? — O partido da Justiça — "Justo salário" e "justo preço" — Economia de cartas na mesa — As Corporações de Ofício ... (p. 15)

 

CAPÍTULO II

COLÉGIOS PROFISSIONAIS NA ANTIGUIDADE CLÁSSICA

 

Origem — Grécia — Categorias sociais na cidade antiga — Festas religiosas e profanas — Jantares a preços comuns — Lição política de Numa Pompílio — Companheiros no copo e na morte — Utilização pelo Estado — Decadência Romana — Monopólio — Miséria e escravidão ... (p. 25)

 

CAPÍTULO III

AS CORPORAÇÕES NA IDADE MÉDIA

 

1 — ORIGEM E ESPLENDOR

Origem das "guildas" — Hierarquia — Funções corporativas — Consciência profissional — O aprendizado — O oficial — O mestre — Condições de admissão — Aristocracia do trabalho — Amor à profissão — Requinte técnico — Virtuosismo — Relógios, tapeçarias, rendas e ourivesaria — O salário — Nacionalização do trabalho — Deveres de súditos — Sedes — Festas

 

2 — DECADÊNCIA

O renascimento pagão — Filhotismo — Dois pesos e duas medidas — Exigências ridículas — Bisantinismos morais — Chefs-d'æuvres, absurdos — Associações de oficiais — Emigrações — Mútuas explorações — Demandas seculares e dispendiosas — Fim das corporações — Liberalismo, inadaptação e miséria ... (p. 35)

 

CAPÍTULO IV

ADAPTAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO CORPORATIVA À ATUALIDADE

 

Desenvolvimento profissional — Especializações — A indústria — O ensino — O comércio — A hierarquia e o nível cultural — Novas indústrias — Profissão e ofício — Classificação das produções — Agrupamento vertical e horizontal — As divisas da economia — Interpenetração de interesses ... (p. 73)

 

CAPÍTULO V

ESTRUTURA DA ORGANIZAÇÃO CORPORATIVA

 

UNIDADE DE PRODUÇÃO — Seus elementos — Suas finanças — Interdependência inevitável — Sindicato e Corporação — Organização Corporativa e seu tríplice aspecto.

SINDICATO — Definição — Tipos — Condições de reconhecimento — Sindicatos confessionais — A palavra da Igreja — Sindicatos de operários, técnicos e patrões — "Salário mínimo" — União de Sindicatos — Corporação.

MUNICÍPIO — Município econômico e Município político — Divisas e divisões municipais — Associação de primeiro grau — Juiz Corporativo — Contrato Coletivo de Trabalho — Conselho Econômico Municipal — Tribunal Municipal de Trabalho — Fundamentos da estrutura corporativa.

REGIÃO — Características — Associação Regional de Sindicatos — Juízes Corporativos Regionais — Conselho Econômico Regional — Tribunal Regional.

PROVÍNCIA — Província econômica e Província política — Federação Provincial de Sindicatos — Corporações Provinciais — Juízes Provinciais — Tribunal Provincial.

PAÍS — Confederação Nacional de Sindicatos — Corporações Nacionais — Seus Juízes — Corporação Nacional de Categoria — Câmara Corporativa — Suas seções — Tribunal Nacional de Trabalho.

GOVERNO — Harmonia de interesses — Controvérsias — Interesse Nacional — Um episódio contristador — Conselho de Estado — "Governo forte" — Ditadura — Monarquia ... (p. 89)

 

CAPÍTULO VI

FUNÇÕES CORPORATIVAS

 

FUNÇÕES JUDICIÁRIAS — Juiz Corporativo — Sua alçada — Arbitragem — Tribunais do Trabalho — Seu objeto — Greves e "lock-out" — Contraste com a situação atual.

FUNÇÕES ECONÔMICAS — "Salário mínimo" e "familiar" — "Justo salário" — Contribuições para o Sindicato — Juros do capital — "Justo preço" — Sua determinação racional — Fixação científica da qualidade.

CONTROLE DA PRODUÇÃO — Adoção de máquinas e dispensa de braços — A imigração — Aquisição de terras — Caixas de crédito — Acessórios do trabalho — Seguros da produção.

FUNÇÕES TÉCNICAS — Hierarquias profissionais — Meio de as galgar — Irresponsabilidade e improvisação — Estímulo — Institutos técnicos — Competências de verdade e competências de mentira — Impulsão progressista — Defesa da produção — Agência de colocação e controle moral — Ensino profissional — Regulamento do ofício.

FUNÇÕES SOCIAIS — Cooperativismo — Auxílio às famílias numerosas — Nutrição e moradia — Instrução primária — Difusão cultural — Educação artística — Sedes, hospitais e asilos — Auxílios pecuniários — Vida espiritual ... (p. 127)

 

CAPÍTULO VII

ECONOMIA CORPORATIVA

 

1 — EXORDIO

Lucros lícitos e ilícitos — Processos liberais e processos corporativistas — Malefícios e benefícios.

 

2 — FLORESCIMENTO DO OFÍCIO

O estratagema da contrafacção — O certo e o errado conceito de técnica — Decadência paradoxal — Progressos técnicos — Poupança na mão-de-obra — Desemprego e super-produção — Limites da produção — Estadismo e organicismo — Aumento de lucros — Enobrecimento da produção — Processos técnicos aperfeiçoadores — Cultura profissional — Novas atividades — Culto da competência — Plus-ultra.

 

3 — ESTABILIDADE SOCIAL

Causas da decadência social — O individualismo — Salário de fome — Trabalho feminino e infantil — Consequências demográficas — A tirania da máquina — O paliativo da caridade — A solução corporativista — A "humanização" da máquina — Encarecimento artificial — O açambarcamento — Luta de capitais — Efeitos — A incerteza do futuro.

 

4 — A ESTABILIDADE POLÍTICA

Lutas econômicas e a sua repercussão política — Partidos políticos — Protecionismo — Rotina — Doutorismo e burocratismo — Super-produção de fancaria — Falso esplendor e legítima decadência — Governo imparcial — Monarquia indispensável — Desenvolvimento rural ... (p. 161)

 

Segunda Parte

 

REPRESENTAÇÃO DE CLASSES

 

CAPÍTULO I

EVOLUCIONISMO LIBERAL

 

Espiritualismo e harmonia econômica — Corporativismo e laicismo — Materialismo e liberalismo — Aburguesamento social — A vitória dos desonestos — Auri sacra fames — Os destroços do liberalismo — Rivais e correligionários — Governo profissional — Critério financista — A República-Velha — Os políticos e seus perigos — As classes — O critério democrático — Amigos da hora 25 — ... e amigos ursos — Consequências do socialismo — Sistema misto — Improcedência de dois poderes ... (p. 215)

 

CAPÍTULO II

TIPOS DE REPRESENTAÇÃO DE CLASSES

 

Sindicato cristão e sindicato leigo — Luta de classes — Legislações engenhosas — Características fundamentais — Vários tipos de representação e suas consequências prováveis no Brasil (p. 233)

 

CAPÍTULO III

TRADIÇÃO SINDICAL NO BRASIL

 

O corporativismo no século XVIII — Um episódio paulistano — As corporações e a Independência — As leis de 1903 e 1907 — Propaganda sindicalista — Êxito de relatório — A lei de 1931 — Seus defeitos — Projeto de reforma — O programa patrianovista — Estado sindical — Sua prioridade da ideia no Brasil e integridade de sistema (p. 247)

 

Fig. 1 — Armas de Paris (p. 38)

Fig. 2 — Estudos de corporações (p. 41)

Fig. 3 — Objetos medievais, selo e gente de ofício (p. 55)

Fig. 4 — Casas de ofícios da cidade de Bruxelas (p. 63)

Fig. 5 — Municípios e regiões sindicais (p. 107)

Fig. 6 —  Provincias sindicais (p. 112)

Fig. 7 — Mapa da produção do arroz, no Brasil, devivido em regiões e províncias (p. 113)

Fig. 8 — Esquema da organização corporativa (aspecto detalhado) (p. 123)

Fig. 9 — Esquema da organização corporativa (aspecto de conjunto) (p. 124)

Fig. 10 — Gráfico do regime de livre concorrência (p. 192)

Fig. 11 — Gráfico do regime protecionista (p. 209)

Fig. 12 — Gráfico do regime sindical integral (p. 212)

Fig. 13 — Gráfico da representação profissional democrática (p. 245)

7 de fev. de 2022

Princípios Cristãos para o Estudo da Sociologia - Pe. Andrea Oddone

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Pe. Andrea Oddone

Editora:

Ano da edição: 

Páginas: 300


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 ÍNDICE DA OBRA


LIÇÃO I: O valor Social do Evangelho (p. 15)

    SUMÁRIO: Diversas concepções – Significação do Catolicismo social – Perenidade do valor social do Evangelho – Intervenção da Igreja nas questões sociais.


LIÇÃO II: A Sociabilidade do Homem (p. 31)

    SUMÁRIO: Definição da sociedade – Personalidade moral da Sociedade – Autoridade social em geral – Provas da sociabilidade do homem – Diversas espécies da sociedade.


LIÇÃO III: A Sociedade Conjugal (p. 41)

    SUMÁRIO: Origem da sociedade conjugal – Propriedades ou leis fundamentais do matrimônio – A lei da unidade – A lei da indissolubilidade – O divórcio.


LIÇÃO IV: A Sociedade Parental (p. 53)

    SUMÁRIO: Direitos dos pais na educação dos filhos – Responsabilidade dos pais pela educação dos filhos – Âmbito da educação familiar – O pátrio poder – O Estado e a educação dos filhos.


LIÇÃO V: A Sociedade Heril ou a Relação entre Patrões e Servos (p. 66)

    SUMÁRIO: Fundamento da sociedade heril – A sociedade heril segundo o conceito cristão – Recíprocos deveres entre patrões e servos – A escravidão.


LIÇÃO VI: A Igreja e a Família (p. 73)

    SUMÁRIO: A reabilitação da mulher – A mulher no mundo pagão – A mulher no mundo cristão – A reabilitação da criança – Condição da criança no paganismo – A criança no mundo cristão.


LIÇÃO VII: A Obra da Igreja na Libertação dos Escravos (p. 85)

    SUMÁRIO: Os ensinamentos da Igreja – Doutrina de S. Paulo – Doutrina dos Padres – Ação da Igreja – Ação prudente – Ação tenaz e constante.


LIÇÃO VIII: O Estado (p. 97)

    SUMÁRIO: Definição do Estado – Origem do Estado em geral – Teoria contratual – Teoria da evolução naturalística – Teoria da natural sociabilidade do homem – Origem do Estado em particular.


LIÇÃO IX: A Missão ou Finalidade do Estado (p. 111)

    SUMÁRIO: Concepção do individualismo – Individualismo religioso – Individualismo econômico – Individualismo político – Concepção do Estadismo – Concepção Cristã da finalidade do Estado – O bem comum em geral – O bem comum em particular – Tutela jurídica e assistência.


LIÇÃO X: A Autoridade Política (p. 123)

    SUMÁRIO: Conceito de autoridade política – Definição da autoridade política – Distinção entre autoridade e patronato – Necessidade de autoridade políotica – Funções de autoridade política Origem da autoridade política em si mesma – Origem da autoridade política no sujeito.


LIÇÃO XI: As Várias Formas de Governo (p. 137)

    SUMÁRIO: Formas de governo – A melhor forma de governo – Aspecto teórico da questão – Aspecto prático da questão – Os ensinamentos da Igreja – A liberdade de opinião entre os católicos.


LIÇÃO XII: Os Limites da Autoridade Política (p. 155)

    SUMÁRIO: Princípios gerais – Os limites em particular – Os direitos em particular – Os direitos da pessoa humana – Os direitos da família – Os direitos da associação – Os direitos da Igreja.


LIÇÃO XIII: A Obediência à Autoridade Civil e a Resistência às Leis Injustas (p. 167)

    SUMÁRIO: O dever da obediência – Condições da obediência – O direito de mandar – Justiça e validade das leis – Resistência às leis injustas –  Resistência passiva – Resistência ativa.


LIÇÃO XIV: Liberdade e Autoridade (p. 181)

    SUMÁRIO: O dom da liberdade – A liberdade nos seus diversos aspectos – Abuso do dom da liberdade – A norma da autoridade – Abuso da autoridade – Harmonia entre autoridade e liberdade – Deveres da autoridade – Deveres da liberdade.


LIÇÃO XV: A Igreja Tutelar da Liberdade (p. 195)

    SUMÁRIO: A Igreja e o livre arbítrio – A Igreja e a liberdade civil – A igreja e a liberdade política – A Igreja e a liberdade religiosa.


LIÇÃO XVI: Liberdades Modernas (p. 209)

    SUMÁRIO: Origem das liberdades modernas – Significado das liberdades modernas – A doutrina da Igreja sobre as liberdades modernas – A tese e a hipótese nas liberdades modernas – Os católicos liberais.


LIÇÃO XVII: Concepção Cristã da Propriedade (p. 227)

    SUMÁRIO: Função da propriedade – Função social da propriedade – Limites morais – Ensinamentos do Evangelho – Ensinamentos dos Padres e Doutores da Igrejas – Ensinamentos dos Romanos Pontífices – Limites legais – Intervenção do Estado no uso da propriedade.


LIÇÃO XVIII: A Reabilitação do Trabalho no Cristianismo (p. 241)

    SUMÁRIO: Aviltamento do trabalho no mundo pagão – Obras da Igreja em prol do trabalho – Exemplo de Jesus Cristo e dos Apóstolos – Os apologistas – Os Padres da Igreja – Os monges – As corporações de artes e ofícios.


LIÇÃO XIX: O Trabalho nos Documentos dos Últimos Pontífices (p. 253)

    SUMÁRIO: O trabalho considerado em si mesmo – Caráter da personalidade – Caráter de penosidade e expiação – Caráter de instrumentabilidade – O trabalho considerado em relação ao homem – Problemas conexos com o trabalho – Intervenção do Estado no trabalho – O salário – Participação nos lucros e cogestão.


LIÇÃO XX: A Igreja e os Problemas Políticos (p. 269)

    SUMÁRIO: Diverso significado da palavra "política e arte de governar" – Posição da Igreja – Política como ciência – Política como técnica ou política de partidos – Clero e Ação Católica no campo político – Os católicos e a política.


APÊNDICE: O Pensamento da Igreja sobre a Democracia (p. 285)


BIBLIOGRAFIA (p. 299)

23 de jan. de 2022

Tendências do Pensamento Contemporâneo - Tasso da Silveira

 

Informações do livro:

Autor: Tasso da Silveira

Editora: Civilização Brasileira S/A

Ano da edição: 1935

Páginas: 186


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ÍNDICE DA OBRA


I — DESTINO PRÓXIMO DO ESPÍRITO


Berdiaeff e a libertação do indivíduo (p. 9)

A posiçãod e Landsberg (p. 20)

Charles Maurras ou o instinto da sabedoria (p. 33)

Maritain e o apostolado da inteligência (p. 43)

O Dostoiewski de Berdiaeff (p. 51)

Hello e a crítica doutrinária (p. 63)

A rebeldia contra a civilização (p. 70)

Psicologia dos chefes revolucionários (p. 79)

Chesterton e o espírito realista (p. 87)

Solovief e a tentação no deserto (p. 96)

Um ponto de vista de Solovief (p. 104)

Spengler ou a nova curva da sofística (p. 110)


II — MEDITAÇÃO DOS POETAS


Hörderlin (p. 131)

Rilke e Rodin (p. 138)

Gandhi e Tagore (p. 145)

Keyserling (p. 157)

Von Ungern (p. 165)

Flora e Papini (p. 171)

Remarque e a geração sacrificada (p. 180)

Nota (p. 187)

30 de dez. de 2021

República Syndicalista dos Estados Unidos do Brasil [1931] - Olbiano de Mello

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Olbiano de Mello

Editora: A. Coelho Branco F.º

Ano da edição: 1931

Páginas: 162


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ÍNDICE DA OBRA


Ao Proletariado (p. 5)

Uma Observação (p. 11)

República Sindicalista dos Estados Unidos do Brasil (p. 17)

Estado Sindical-Corporativo Brasileiro (p. 29)

Estado Econômico (p. 33)

Estado Financeiro (p. 37)

Estado Representativo (p. 47)

Das Eleições (p. 71)

Capítulos II (p. 87)

Anexos (p. 115)

Manifesto Programa da A.I.B. (p. 121)

A Estrutura Política do Brasil - Everardo Backheuser

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Everardo Backheuser

Editoras: Mendonça, Machado & Ca.

Ano da edição: 1926

Páginas: 217


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— (p. )


ÍNDICE DA OBRA


Primeira página (p. 7)


Mudando de rumo, 7 — A chave do xadrez, 9 — Na Ilha Rasa, 10 — Na Detenção, 12 — Projeto a realizar, 13.


Assuntos Gerais (p. 15)


Dizer a verdade (p. 15)

Dizer ou calar, 15 — O regime da franqueza, 17.


A prática do patriotismo (p. 19)

A sensação de patriotismo, 19 — Grandeza e unidade da pátria, 20 — Patriotismo militarista, 22 — Patriotismo nacionalista, 24.


A nova concepção da geografia (p. 28)

Ciência antiga e moderna, 28 — O homem, como agente geográfico, 32 — Uma nova definição de geografia, 37 — Ciências correlatas, 40 — A especialização geográfica, 42.


A política e a geopolítica, segundo Kyellen (p. 44)

Os primeiros passos, 44 — Algumas definições, 46 — As subdivisões da Política, 48 — Alargando horizontes, 51 — O Estado como ser vivo, 52.


Assuntos geopolíticos (p. 55)


O nosso fatalismo é ingênito (p. 55)

O homem e o clima, 55 — Os dois tipos de ambientes geográfico do Brasil, 56 — Confrontos e comparações com a África, 57 — Um parentesco climatérico, 58 — O nirvanismo do brasileiro, 59.


A equação geral do Brasil (p. 60)

O nosso fatalismo tem cura, 60 — Espaço e posição, 61 — Solo e clima, 62 — "Sangue novo" e "ginástica", 63.


Clima e civilização: Teoria do grau de cultura (p. 65)

Saindo do Equador, 65 — No Mediterrâneo, 67 — O choque das colunas, 69 — Nas regiões eyelonicas, 70 — A marcha geográfica da civilização (gravura), 71 — Regiões chamadas hostis à civilização, 73 — O declínio da Europa, 75 — Variação no tempo, 76 — Leis do "grau de cultura", 79.


O conceito de supernação (p. 81)

Sentimento sui generis..., 81 — ... que não existe na Oceania, 82 — ... que não existe na Eurásia, 82 — ... que começa a haver na África, 84 — ... que existe na América, 86 — Latinos e anglo-saxônios, 88 — A alma da América, 90.


Assuntos cosmopolíticos (p. 93)


A população possível do Brasil (p. 93)

Os cálculos otimistas de Penek, 93 — Huntington e o Brasil, 94 — Asd zonas mais férteis da Terra, 95.


Ensino primário (p. 97)

Uniformidade de ensino, 97 — Antagonismos nocivos, 99 — Sempre tropeços, 101.


A revisão constitucional e o ensino (p. 103)

A mentalidade dos constituintes, 103 — Os erros persistem, 104 — Emendas à Constituição, 106.


Imigração Intelectual (p. 107)

Uma concorrente temível, 107 — "Missões" intelectuais, 109 — Os Instintos de Alta cultura, 110.


Espelho em que se mirar (p. 111)

Educar é fazer imitar bons modelos, 111 — Relembrando noções, 112 — Um paralelo que parece envergonhar, 114.


Mais ensino e menos discursos (p. 117)

Uma faculdade de ciências, 117 — Valioso auxílio, 118 — Menos discursos e mais ensino, 119 — Trabalho de laboratório, 120.


Assuntos autarcopolíticos (p. 121)


O "Estrangeiro", de Plínio Salgado, e a alma gemente do Nordeste (p. 121)

Contraste doloroso, 121 — Federalismo e desunião, 123 — Transmutação de sangue, 125.


Cooperação alemã no Brasil (p. 127)

Tríplice cooperação, 127 — O alemão colono, 129 — Novos bandeirantes, 130 — Elevação social, 132 — Na indústria e comércio, 133 — Um folheto valioso, 135 — Alemães na história do Brasil, 137 — Cooperação intelectual, 138.


A prosperidade do sul e o parcelamento do solo (p. 140)

O bem estar dos particulares, 140 — Blumenau, a encantadora, 141 — O livro e o baralho, 143.


Assuntos cenopolíticos (p. 145)

Índices da civilização no Brasil (p. 145)

Comparação científica, 145 — Carência de estatísticas, 149 — Fenômenos de correlação, 151 — Índices da vida material, 154 — Índices da vida intelectual, 159 — Índices da vida moral, 165 — Índices da vida social, 169 — A importância social da riqueza, 171.


Irmãos caluniados (p. 175)

Capacidade e disciplina, 175 — A segunda pátria, 176.


A língua dos brasileiros (p. 179)

Um só idioma, 179 — Em momento inoportuno, 181 — Métodos violentos, 183 — A nacionalização do ensino, 184.


Assuntos cratopolíticos (p. 187)


Conglomerato político (p. 187)

Os extremos políticos e o centro, 187 — O cristal e a formação político, 189 — Um regime que rui, 189 — O unitarismo brasileiro, 190 — A organização da unidade nacional, 192 — Atuam desfavoravelmente, 192 — Forças pró e contra (gravura), 193 — Atuam favoravelmente, 194.


Voto secreto e consciente (p. 195)

Voto consciente, 195 — Voto secreto, 196 — Uma máquina para votar, 197.


Um programa partidário para o momento (p. 199)

Prévia definição de princípios, 199 — Um programa de partido, 201 — Depois da revisão feita, 202.


O Brasil na política mundial (p. 203)

O "Espírito de Locarno", 203 — Euramericanismo e euroasiatismo, 204 — Terreno politicamente neutral, 205 — Predomínio do grupo ocidentel, 206.


Última página (p. 209)


Algumas observações, 209 — O projeto futuro, 210 — Plano da obra, 212 — Estrutura geopolítica, 212 — Estrutura demopolítica, 213 — Estrutura autarcopolítica, 214 — Estrutura cenopolítica, 215 — Estrutura cratopolítica, 216 — Educação e organização, 217.

26 de dez. de 2021

Formação Brasileira - Hélio Vianna

Capa do livro

Informações do livro:
Autor: Helio Vianna
Editora: Livraria - José Olympio - Editora
Ano da edição: 1935
Páginas: 258

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ÍNDICE DA OBRA


PREFÁCIO (p. 7)

INTRODUÇÃO (p. 9)


a) A dilatação colonial (p. 10)

b) Ângulos e triângulos da expansão territorial brasileira (p. 15)

c) A integração monárquica (p. 19)

d) A dispersão republicana (p. 22)


I – PRELIMINARES EUROPEIAS (p. 25)

O PRIMEIRO SÉCULO (p. 26)

CICLO DE CANA DE AÇÚCAR (p. 29)


II – A CONQUISTA DO NORTE (p. 41)

OS HOLANDESES NO BRASIL (p. 48)


III – CICLO DA CAÇA AO ÍNDIO (p. 53)

A CONQUISTA DO SUL (p. 61)


IV – O SERTÃO – CICLO DA CRIAÇÃO DE GADO (p. 71)


V – O CENTRO – CICLO DO OURO E DAS PEDRAS (p. 87)


VI – A ADMINISTRAÇÃO COLONIAL (p. 97)

LEVANTES LOCAIS (p. 102)


VII – FORMAÇÃO DAS FRONTEIRAS (p. 107)


VIII – O REINO E O IMPÉRIO (p. 119)

PRIMEIRO REINADO (p. 121)

A CONSTITUIÇÃO DE 1824 (p. 124)


IX – INSURREIÇÕES CONTRA O PODER CENTRAL (p. 127)


X – SEGUNDO REINADO – OS PARTIDOS POLÍTICOS, O PARLAMENTARISMO E O PODER MODERADOR (p. 131)


XI – A ESCRAVIDÃO DOS NEGROS NO BRASIL (p. 147)


XII – POLÍTICA EXTERIOR DO IMPÉRIO E DA REPÚBLICA (p. 157)


XIII – REBELIÕES REPUBLICANAS (p. 183)

AS CONSTITUIÇÕES DE 1891 E DE 1934 (p. 193)


XIV – ESBOÇO DE UMA HISTÓRIA ECONÔMICA E FINANCEIRA DO BRASIL DESDE A ABERTURA DOS PORTOS

a) Período monárquico (p. 197)

b) Período republicano (p. 204)


XV – SÍNTESE DE UMA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

a) Período colonial (p. 223)

b) Período monárquico (p. 230)

c) Período republicano (p. 238)

d) A Educação Artística no Brasil (p. 245)


CONCLUSÃO – PROBLEMAS SOCIAIS E POLÍTICOS DECORRENTES DA FORMAÇÃO BRASILEIRA (p. 255)

Estado Corporativo - Tasso da Silveira

Capa do livro

 Informações do livro:

Autor: Tasso da Silveira

Editora: Livraria - José Olympio - Editora

Ano da edição: 1937

Páginas: 301


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ÍNDICE DA OBRA


LIMIAR (p. 9)

O MOVIMENTO DO SIGMA (p. 21)


I – A face profunda do movimento modernista (p. 24)

II – O manifesto de Outubro (p. 29)

III – Estratégia (p. 37)


DA LIBERAL-DEMOCRACIA (p. 47)


1 – A fonte (p. 53)

2 – Renascimento & Cia (p. 59)

3 – Liberalismo político (p. 74)

4 – Liberalismo econômico (p. 91)

5 – Liberalismo social (p. 108)


AS ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS NA HISTÓRIA (p. 121)


Egito (p. 122)

Índia (p. 123)

Grécia (p. 124)

Roma (p. 125)

Idade Média (p. 130)


a) A noite com seus mundos acesos (p. 132)

b) As corporações (p. 149)

c) Mundo germânico e anglo-saxônico (p. 152)

d) França (p. 154)

e) Portugal (p. 159)

f) Espanha (p. 163)

g) Itália (p. 169)


O ESTADO NOVO NA EUROPA


1 – O Estado Livre de Fiume (p. 177)

2 – Itália (p. 184)

3 – Alemanha (p. 200)

4 – Aústria (p. 212)

5 – Portugal (p. 219)


O PENSAMENTO INTEGRALISTA


I – Concepção de mundo (p. 241)

II – O Homem (p. 247)

III – A família (p. 253)

IV – O trabalho (p. 261)

V – O Estado (p. 271)

VI – Revolução espiritual (p. 285)

VII – O Chefe (p. 290)

24 de dez. de 2021

Cartas aos Camisas-Verdes [1935] - Plínio Salgado

 

Capa do livro

Informações do livro:
Autor: Plínio Salgado
Editora: Livraria José Olympio - Editora
Ano da edição: 1935
Páginas: 204

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ÍNDICE DA OBRA


Razões destas cartas (p. 5)

I - Elogio da ausência (p. 9)

II - Do sertão paulista (p. 21)

III - Terra fluminense (p. 33)

IV - Alma gaúcha (p. 47)

V - Despedida dos pampas (p. 57)

VI - Gente catarinense (p. 63)

VII - Na região das araucárias (p. 75)

VIII - O terceiro mártir (p. 85)

IX - Aos "camisas-verdes" da Amazônia, dos Pampas e de Alagoas (p. 95)

X - Peregrinações no nordeste (p. 107)

XI - Palavra de ordem (p. 117)

XII - Mensagem na Semana Heróica (p. 129)

XIII - Vozes da Pátria (p. 141)

XIV - Nação que se levanta (p. 151)

XV - Eles estão aí! (p. 165)

XVI - Essa lei é boa! (p. 173)

XVII - Aos "camisas-verdes" capixabas (p. 183)

XVIII - Palavras ao Sol dos Mortos (p. 187)

XIX - Canto de glória ao Sol da Vida (p. 197)


20 de dez. de 2021

Rumo ao Sigma - Victor Pujol

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Victor Pujol

Editora: Livraria H. Antunes

Ano da edição: 1936

Páginas: 193


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ÍNDICE DA OBRA


Prefácio


CAPÍTULOS


I – REPÚBLICA DE PIGMEUS (p. 9)

II – A TÉCNICA DA REVOLUÇÃO (p. 39)

III – PANORAMA NACIONAL (p. 69)

IV – ILUSÕES DO LIBERALISMO (p. 117)

V – O ESTADO INTEGRALISTA (p. 141)


APÊNDICE


RESUMO DO ESTADO INTEGRALISTA (p. 187)

Razões do Integralismo [1935] - Olbiano de Mello

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Olbiano de Mello

Editora: Editora Schmidt

Ano da edição: 1935

Páginas: 137


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ÍNDICE DA OBRA


Palavras aos Integralistas (p. 7)

Como nasceu o Integralismo (p. 17)

O sentido humanista do Integralismo (p. 23)

Economia marxista e economia integralista (p. 45)

O mal do Brasil (p. 61)

O Sigma (p. 73)

Era Integralista (p. 81)

Estados fortes (p. 95)

Porque somos Integralistas (p. 111)

O pensamento integralista (p. 121)

Na encruzilhada (p. 129)

17 de dez. de 2021

Conceitos de Valor e Preço - Félix Contreiras Rodrigues

Conceitos de Valor e Preço

Conceitos de Valor e Preço

Informações do livro:

Autor: Félix Contreiras Rodrigues

Editora: Gráfica OLÍMPICA Editora

Ano da edição: 1951

Páginas: 481

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"Conceitos de Valor e Preço" é o estudo mais profundo já publicado sobre a Teoria do Valor Econômico e a Teoria do Preço. Escrito pelo líder integralista Félix Contreiras Rodrigues, o livro apresenta o Estado Integral e Cristão como a única solução política ao problema complexo do Valor e da fixação, recomendada por Santo Tomás de Aquino e pela Doutrina Social da Igreja, do Justo Preço. Apesar de completamente desconhecido, é um dos mais importantes livros da Economia Política.

Um dos méritos de "Conceitos de Valor e Preço" é seu estudo filosófico e sistemático dos fundamentos da Economia Política, estudando-a à luz da Metafísica e da Sociologia e elaborando uma definição científica das bases da Economia.

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ÍNDICE DA OBRA

Declaração prévia (p. 5)

Introdução (p. 9)

LIVRO I
Crítica dos Conceitos até agora apresentados sobre Valor e Preço


PRIMEIRA PARTE
Do valor na Economia-Política pré-científica

CAPÍTULO I. Traços gerais da economia antiga encarada como fato e como ideia (p. 23)

CAPÍTULO II. Ideias de Aristóteles (p. 27)

CAPÍTULO III. Noções econômicas contidas no Direito Romano (p. 33)

CAPÍTULO IV. Economia medieval e ideias de São Tomás de Aquino (p. 36)

CAPÍTULO V. Economia moderna e Mercantilismo (p. 45)

SEGUNDA PARTE
Do Valor na Economia Científica

CAPÍTULO I. Valor-utilidade – Primeiras tendências

§ 1.º – Classificação das teorias do valor, e juízo que merece (p. 49)
§ 2.º – Linhas gerais da teoria valor-utilidade (p. 50)
§ 3.º – Valor-utilidade na Fisiocracia (p. 52)
§ 4.º – A utilidade segundo A. Smith, D. Ricardo e Malthus (p. 59)
§ 5.º – Valor-utilidade na escola liberal ortodoxa. Seus criadores pela conciliação entre o objetivismo inglês e o subjetivismo francês (p. 63)
§ 6.º – Os continuadores ou acadêmicos (p. 66)
§ 7.º – Os continuadores (seguimento do parágrafo anterior) (p. 70)
§ 8.º – Conclusão (p. 74)

CAPÍTULO II. Valor-utilidade-final na teoria psicologista

§ 1.º – A teoria psicologista desenvolvida pelos economistas literários (p. 76)
§ 2.º – A teoria psicologista desenvolvida pelos economistas matemáticos, com opiniões de Cournot, Walras, Jacques Moret, Auspitz e Lieben, e críticas de Aymar, Bourguin, Gide e Rist (p. 97)

CAPÍTULO III. A teoria psicologista encarada através de suas leis

§ 1.º – O homo economicus (p. 102)
§ 2.º – A lei de oferta-e-procura (p. 105)
§ 3.º – A lei de saciabilidade das necessidades (p. 105)
§ 4.º – A lei de indiferença, ou de preço único (p. 109)
§ 5.º – A lei de substituição das necessidades e riquezas (p. 109)
§ 6.º – A lei da menor fruição (p. 110)
§ 7.º – A lei de variedade das necessidades e riquezas (p. 112)
§ 8.º A lei de Bernoulli (p. 112)
§ 9.º – A lei do menor-esforço ou Hedonismo (p. 113)
§ 10.º – As leis psicológicas e Mentor Buniatian (p. 118)

CAPÍTULO IV. Valor-utilidade, novas tendências, os universitários

§ 1.º – Valor-utilidade a serviço de uma tendência conservadora do liberalismo. P. Leroy Beaulieu (p. 126)
§ 2.º – Valor-utilidade a serviço de uma tendência socialista. A. Landry (p. 130)
§ 3.º – Valor-utilidade a serviço do Cooperativismo. Carlos Gide (p. 132)

CAPÍTULO V

§ 1.º – A. Smith (p. 141)
§ 2.º – D. Ricardo (p. 150)
§ 3.º – Malthus

CAPÍTULO VI. Valor-trabalho concebido pelos socialistas

§ 1.º – Carlos Marx e sua teoria do valor (p. 166)
§ 2.º – Marx e sua teoria do lucro — merhwert — (plus-value), (precalço) (p. 182)
§ 3.º – Proudhon (p. 186)
§ 4.º – Jorge Valois (p. 195)
§ 5.º – Críticas formuladas por C. Gide à teoria do valor-trabalho (p. 198)

CAPÍTULO VII. Valor-custo-de-produção

§ 1.º – Estado da questão (p. 202)
§ 2.º – Distinção indispensável entre elementos ou fatores da produção e agentes ou fautores da mesma (p. 206)
§ 3.º – Distinção entre capital fixo, que é essencialmente produtivo, e capital móvel, que é essencialmente distributivo e repartitivo (p. 209)
§ 4.º – Distinção entre trabalho, que se cataloga no custo-de-produção, e serviço, que se cataloga no preço-de-custo (p. 211)
§ 5.º – O papel do Estado na economia não é de produtor de riquezas materiais, mas o de produtor de riquezas imateriais (p. 215)
§ 6.º – Exposição sucinta do que se deve entender por custo-de-produção (p. 217)

CAPÍTULO VIII. Valor-custo-de-produção (p. 222)

CAPÍTULO IX. Valor-oferta-e-procura (p. 226)

CAPÍTULO X. Conclusão do Livro I

§ 1.º – As escolas dissidentes e suas conciliações (p. 239)
§ 2.º – De um mesmo princípio se têm deduzido consequências diversas; e de princípios diferentes, consequências idênticas (p. 240)
§ 3.º – Através da história, ora a economia é acompanhada de uma teoria explicativa, ora é praticada empiricamente, sem nenhuma base teórica, como a economia romana, a mercantilista e atualmente a dirigida (p. 241)
§ 4.º – Segundo as teorias de Aristóteles e S. Tomás, o fundamento dos atos econômicos é o valor-de-uso. Segundo as teorias científicas contemporâneas, o fundamento é o valor-de-troca. A teoria da utilidade-final reage contra esta tendência, dando à utilidade um sentido nitidamente subjetivista e atribuindo mais importância ao valor de uso (p. 242)
§ 5.º – Três atitudes assumidas pelos economistas ante os conceitos de utilidade (p. 243)
§ 6.º – Várias categorias de valor. Valor-potência, preço, riqueza (p. 244)
§ 7.º – Revides críticos recíprocos entre todas as escolas (p. 247)
§ 8.º – O que se diz contra o valor-utilidade-final, e o que se pode dizer do subjetivismo e do individualismo das escolas analisadas (p. 248)

LIVRO II
Fundamentos da Economia-Política à luz da Filosofia

PRIMEIRA PARTE
Três Problemas Preliminares da Economia-Política

CAPÍTULO I. O problema dos fins em geral

§ 1.º – A ideia de existência implica a ideia de um fim, quer intrínseco quer extrínseco (p. 253)
§ 2.º – Relação entre fim e lei (p. 258)
§ 3.º – Os positivistas de todos os matizes também apontam fins no funcionamento das leis que formulam (p. 261)
§ 4.º – O fim mesmo requer um juízo de realidade; os meios, um juízo de finalidade (p. 265)
§ 5.º –  Os fins estão escalados numa ordem de subordinação; e assim as ciências (p. 267)
§ 6.º – A Sociologia em face dos fins (p. 271)
§ 7.º – Analogia entre os juízos de finalidade e o juízo de valor (p. 274)

CAPÍTULO II. Qual o fim da Economia-Política?

§ 1.º – Divergências teóricas sobre este assunto (p. 278)
§ 2.º – Rápida crítica das diversas opiniões (p. 281)
§ 3.º – Razões por que a ideia de consumo é o fim da Ciência Econômica (p. 283)

CAPÍTULO III. A Economia-Política é Ciência ou Arte?

§ 1.º – Nem só ciência, nem só arte, mas ciência normativa. Definição da Economia-Política (p. 285)
§ 2.º – Divergências e vacilações dos economistas quanto à verdadeira natureza da Economia-Política (p. 290)
§ 3.º – As normas da Economia-Política se encontram dentro mesmo da Economia, e subsidiariamente nas ciências que lhe são superiores (p. 293)
§ 4.º – Como ciência normativa, a Economia-Política pode praticar as operações lidimamente científicas; de observação, classificação e generalização; desde que as relacione com a filosofia (p. 295)

SEGUNDA PARTE
Conceito de Valor e de Preço

CAPÍTULO I. Elemento objetivo do valor-utilidade

§ 1.º – Fundamento do valor (p. 299)
§ 2.º – Fundamento ontológico da utilidade (p. 302)
§ 3.º – A utilidade não é só o elemento objetivo do valor, mas também um princípio-primeiro, condição do valor (p. 306)
§ 4.º – Sentido da noção de utilidade; 1) A utilidade é intrínseca. 2) A utilidade implica o proveitoso ou conveniente (p. 310)

CAPÍTULO II. Elementos subjetivos do valor — A necessidade, o desejo

§ 1.º – Prioridade lógica dos elementos subjetivos. Analogia econômica entre o objeto material e o imaterial (p. 314)
§ 2.º – Diferença entre necessidade e desejo. Suas relações com os planos econômicos, vegetativo animal e humano. O modo vegetativo é o mais acentuado ideal econômico (p. 315)
§ 3.º – Principais caracteres da necessidade. Reparos à opinião dos economistas. As necessidades serão ilimitadas em capacidade? (p. 318)
§ 4.º – Formação do desejo no plano animal e no humano. Estimativa e instinto. Cogitativa e razão. Juízos e inteligência (p. 321)
§ 5.º – Algumas conclusões (p. 324)

CAPÍTULO III. Elementos subjetivos do valor (continuação) — O consenso social

§ 1.º – Conceitos de pessoa e indivíduo (p. 326)
§ 2.º – Tipos sociais correspondentes aos diversos conceitos apresentados. 1) O tipo liberal e a anarquia correspondem ao conceito individualista. 2) O tipo totalitário corresponde ao conceito materialista de pessoa. 3) O tipo integral corresponde ao conceito espiritualista de pessoa (p. 332)
§ 3.º – Conceituação de sociedade segundo Durkheim (p. 337)
§ 4.º – A sociedade é um modo de ser do homem (p. 338)
§ 5.º – A sociedade é dotada de um consenso social que age sobre os indivíduos determinando suas atitudes, e sobre as pessoas excitando suas faculdades (p. 338)
§ 6.º – Os fatos sociais são criações do homem sócio, em relação ao qual são subjetivos; mas se tornam objetivos à consciência do homem, isto é, da pessoa (p. 344)

CAPÍTULO IV. Conceito de valor

§ 1.º – A ideia de valor é inspirada ao indivíduo pelo consenso-social; forma-se em virtude da concordância entre os membros de uma sociedade a respeito da utilidade das coisas e do uso que se pode fazer delas (p. 347)
§ 2.º – O termo — valor — é analógico e não unívoco. Classificação dos valores (p. 355)
§ 3.º – A ideia do valor econômico participa da natureza da que se forma do valor em geral (p. 357)
§ 4.º – A verdadeira noção de valor assenta na convicção de que as necessidades elementares são contínuas numa sociedade e ilimitadas em capacidade (p. 359)
§ 5.º – O juízo de valor é um juízo de finalidade, que proporciona à Economia-Política reger-se por princípios próprios como ciência do homem (p. 360)
§ 6.º – Como se reconhece o bem e o mal contido num ato econômico (p. 361)
§ 7.º – Definição de valor econômico (p. 363)
§ 8.º – Noção de riqueza (p. 365)
§ 9.º – Distinções entre utilidade, valor e riqueza (p. 369)
§ 10.º – Limites à socialização que esta noção de valor pudesse inspirar. A ordem corporativa, a que leva o nosso conceito de valor é a ordem do consumo e não da produção (p. 370)

CAPÍTULO V. Conceito de Preço

§ 1.º – Diferenças entre valor e preço (p. 372)
§ 2.º – Consequências a coligir dos dois conceitos esboçados (p. 377)
§ 3.º – Definição de preço (p. 383)
§ 4.º – Medidas dos valores (p. 385)

CAPÍTULO VI. Preço-de-custo e justo-preço — Estado atual da questão

§ 1.º – Como resolvem este problema os economistas liberais — Marshall, Y. Guyot, C. Colson (p. 390)
§ 2.º – Preço-de-custo e justo-preço vistos por C. Gide (p. 396)
§ 3.º – Ideias de S. Tomás de Aquino e sua adoção pelos economistas católicos (p. 403)

CAPÍTULO VII. Como se podem determinar o preço-de-custo é o justo-preço

§ 1.º – Dados do problema (p. 408)
§ 2.º – O imposto (p. 409)
§ 3.º – O seguro (p. 411)
§ 4.º – Os fretes (p. 412)
§ 5.º – A distribuição ou comércio (p. 412)
§ 6.º – Despesas gerais (p. 413)
§ 7.º – Despesas com os indigentes (p. 414)
§ 8.º – Determinação do justo-preço pelo lucro (p. 415)
§ 9.º – Do precalço denominado especialmente rendimento-diferencial (p. 420)
§ 10.º – Do precalço denominado especialmente super-lucro (p. 424)
§ 11.º – Apanhado retrospectivo da solução do problema do preço e definições principais (p. 426)

CAPÍTULO VIII. Exemplos de preço-de-custo, justo-preço e de precalços

§ 1.º – Determinação do custo-de-produção, do preço-de-custo e do justo-preço na produção de uma estância riograndense de segunda categoria (p. 431)
§ 2.º – Precalços extraordinários ou super-lucro (p. 447)
§ 3.º – Justo preço em outras indústrias (p. 448)

CAPÍTULO IX. Conclusão do Livro II

§ 1.º – A Economia-Política, como ciência social e moral, operando sobre juízos teológicos, não perde o caráter de ciência (p. 450)
§ 2.º – O fim que visa a Economia Política é o bem-comum econômico, através do consumo ordenado no sentido do bem-comum geral (p. 452)
§ 3.º – A Economia-Política é uma ciência normativa (p. 455)
§ 4.º – O valor tem por princípio a sociedade e por fim a satisfação individual (p. 456)
§ 5.º – O preço tem por princípio o indivíduo e por fim a satisfação geral (p. 459)
§ 6.º – O justo-preço é o fecho de toda especulação econômica (p. 460)
§ 7.º – A complexidade da economia exige uma fórmula de organização social integral, a única adequada à defesa dos valores e à fixação do justo-preço (p. 463)
§ 8.º – Uma organização integral, no Brasil, teria de refletir os dados oferecidos pela sua história; poderia ser corporativa, mas essencialmente democrática, de inspiração cristã (p. 466)

BIBLIOGRAFIA (p. 477)

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13 de dez. de 2021

1962 - O Pensamento de Farias Brito - Carlos Lopes de Mattos

Capa do livro


 Informações do livro:

Autor: Carlos Lopes de Mattos

Editora: Editora Herder

Ano da edição: 1962

Páginas: 135


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ÍNDICE DA OBRA


Duas palavras (p. 7)

As duas fases do pensamento de Farias Brito (p. 9)

A FINALIDADE DO MUNDO (p. 12)

Primeiro Volume: A Filosofia como atividade permanente do espírito humano (p. 14)

Segundo Volume: A filosofia moderna (p. 23)

Terceiro Volume: O mundo como atividade intelectual. A verdade cdomo regra das ações (p. 28)

A BASE FÍSICA DO ESPÍRITO (p. 35)

O MUNDO INTERIOR (p. 39)

Conclusão (p. 43)

Evolução do pensamento de Farias Brito quanto ao conceito da Filosofia e concepção do mundo

FINALIDADE DO MUNDO (1.º Volume) (p. 51)

Conceito de filosofia (p. 52)

Concepção de mundo (p. 65)

FINALIDADE DO MUNDO (2.º Volume) (p. 67)

Conceito da filosofia (p. 69)

Concepção do mundo (p. 75)

FINALIDADE DO MUNDO (3.º Volume) (p. 77)

Conceito de filosofia (p. 78)

Concepção do mundo (p. 82)

A VERDADE COMO REGRA DAS AÇÕES (p. 85)

Conceito de filosofia (p. 86)

Concepção do mundo (p. 91)

A BASE FÍSICA DO ESPÍRITO (p. 95)

Conceito de filosofia (p. 99)

Concepção do mundo (p. 103)

O MUNDO INTERIOR (p. 105)

Conceito de filosofia (p. 105)

Concepção do mundo (p. 111)

Conclusão (p. 116)

Anexo: O PRETENSO PANTEÍSMO DE FARIAS BRITO (p. 122)

Nota final (p. 134)

9 de dez. de 2021

O conceito cristão da democracia [1946] - Plínio Salgado

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Plínio Salgado

Editora: Edições Estudos

Ano da edição: 1946

Páginas: 167


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ÍNDICE DA OBRA


"Esta é a conferência..." (p. 5)

I — Bases de uma Ordem Nova (p. 15)

II — O mito científico (p. 23)

III — Essa palavra liberdade (p. 29)

IV — Caráter fundamental do Evolucionismo (p. 35)

V — Espelho da civilização burguesa (p. 45)

VI — O materialismo negativista (p. 49)

VII — O idealismo: fonte do materialismo dogmático (p. 59)

VIII — A Inteligência-Vontade (p. 65) 

IX — Revolução e livre-arbítrio (p. 69)

X — Teoria e prática do neo-marxismo (p. 75)

XI — O Estado totalitário nacionalista (p. 81)

XII — Democracia "causa-efeito" (p. 87)

XIII — Origem democrática das ditaduras (p. 93)

XIV — Salvemos a Democracia pelo Espírito (p. 99)

XV — Estado, Governo e Povo (p. 105)

XVI — Democracia e finalidade nacional (p. 111)

XVII — Visões fragmentárias ou deturpadas do Homem (p. 119)

XVIII — Os monstros do mundo moderno (p. 125)

XIX — Se nos disserem... (p. 133)

XX — Unidade da angústia universal (p. 139)

XXI — Mensagem da Fé (p. 143)

Notas (p. 149)


27 de nov. de 2021

História do Brasil Vol. 2 - Plínio Salgado

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Plínio Salgado

Editora: Editora F.T.D. S.A.

Ano da edição: 1970

Páginas: 243


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ÍNDICE DA OBRA


IV Parte


A INDEPENDÊNCIA


Capítulo I — Transferência da Corte Portuguesa para o Brasil (p. 13)

Capítulo II — D. João VI no Brasil (p. 19)

Capítulo III — Guerras e Revelações, o Brasil Elevado a Reino (p. 26)

Capítulo IV — Regresso de D. João VI para Lisboa (p. 33)

Capítulo V — O Grito do Ipiranga (p. 40)

Capítulo VI — Ocorrências no Piauí, Maranhão e Pará (p. 50)


V Parte


O IMPÉRIO


Capítulo VII — Governo de D. Pedro I — 1 (p. 57)

Capítulo VIII — Governo de D. Pedro I — 2 (p. 67)

Capítulo IX — Governo de D. Pedro I — 3 (p. 75)

Capítulo X — As Regências (p. 80)

Capítulo XI — Governo de D. Pedro II — 1 (p. 93)

Capítulo XII — Giverno de D. Pedro II — 2 (p. 108)

Capítulo XIII — Governo de D. Pedro II — 3 (p. 119)

Capítulo XIV — Governo de D. Pedro II — 4 (p. 136)

Capítulo XV — A Queda do Império (p. 146)


VI Parte


A REPÚBLICA


Capítulo XVI — Proclamação da República (p. 157)

Capítulo XVII — Transformação do Estado (p. 170)

Capítulo XVIII — Presidentes da República — 1 (p. 175)

Capítulo XIX — Presidentes da República — 2 (p. 199)

Capítulo XX — Retrospecto da Vida Cultural Brasileira — 1 (p. 221)

Capítulo XXI — Retrospecto da Vida Cultural Brasileira — 2 (p. 232)


Vocabulário (p. 239)

Obras que Podem ser Consultadas (p. 245)

13 de nov. de 2021

História do Brasil Vol. 1 - Plínio Salgado

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Plínio Salgado

Editora: Editora F.T.D. S.A.

Ano da edição: 1970

Páginas: 253


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ÍNDICE DA OBRA


Dedicatória (p. 5)

Aos professores (p. 7)


1.ª Parte


ANTECEDENTES DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL


Capítulo I — Da Antiguidade à Idade Média (p. 13)

Capítulo II — As Espanhas (p. 19)

Capítulo III — Portugal (p. 24)

Capítulo IV — As Grandes Navegações (p. 30)


2.ª Parte


DOIS MUNDO SE ENCONTRAM


Capítulo V — Descobrimento do Brasil (p. 39)

Capítulo VI — Controvérsias e Discussões (p. 46)

Capítulo VII — Primeiras Explorações (p. 50)

Capítulo VIII — Martim Afonso de Souza (p. 55)

Capítulo IX — O Grande Cenário da História (p. 62)

Capítulo X — O Índio Brasileiro (p. 68)

Capítulo XI — Os Primeiros Povoadores (p. 79)

Capítulo XII — O Brasil Dividido em Capitanias (p. 83)


3.ª Parte


ESTRUTURA POLÍTICA E EXPANSÃO TERRITORIAL


Capítulo XIII — Centralização do Poder (p. 93)

Capítulo XIV — Segundo Governador Geral (p. 99)

Capítulo XV — Fundação de São Paulo (p. 106)

Capítulo XVI — Mem de Sá (p. 115)

Capítulo XVII — Ainda Men de Sá, Fundação do Rio de Janeiro (p. 123)

Capítulo XVIII — Últimos Tempos de Mem de Sá (p. 129)

Capítulo XIX — Por um Brasil Cristão (p. 133)

Capítulo XX — Escravidão Negra do Brasil (p. 138)

Capítulo XXI — O Brasil Dividido em Dois Governos (p. 145)

Capítulo XXII — Volta ao Sistema de um só Governador Geral (p. 149)

Capítulo XXIII — Franceses no Maranhão (p. 158)

Capítulo XXIV — Holandeses na Bahia (p. 165)

Capítulo XXV — Os Holandeses em Pernambuco (p. 171)

Capítulo XXVI — Domínio Holandês (p. 178)

Capítulo XVII — A Insurreição (p. 183)

Capítulo XVIII — Fim do Domínio Holandês (p. 193)

Capítulo XXIX — Expansão Territorial (p. 196)

Capítulo XXX — Novas Invasões Francesas (p. 207)

Capítulo XXXI — Sinais de uma Nação que Nascia (p. 211)

Capítulo XXXII — Limites do Brasil (p. 225)

Capítulo XXXIII — Inconfidência Mineira (p. 233)

Capítulo XXXIV — Transferência da Corte para o Brasil (p. 245)

Reis de Portugal, Governadores Gerais e Vice-Reis do Brasil, até a vinda de D. João VI para o Rio de Janeiro (p. 246)

Vocabulário (p. 249)

10 de nov. de 2021

Plínio Salgado [1936] - Antologia Panorama

 

Capa do livro

Informações do livro:

Editora: Revista Panorama

Ano da edição: 1936

Páginas: 274


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ÍNDICE DA OBRA


Carta fac simile de Rodrigues de Abreu (p. V)

Dados biográficos de Plínio Salgado (p. 1)


I PARTE


Apontamentos sobre a ação política de Plínio Salgado (p. 15)

Adendo (A grande hora do Brasil — Helio Fontes) (p. 39)


II PARTE


(Depoimentos)


Tasso da Silveira (p. 51)

Virginio Santa Rosa (p. 69)

Ribeiro Couto (p. 97)

Augusto Frederico Schmidt (p. 107)

Jehovah Motta (p. 113)

Malheiro Dias (p. 123)

Almeida Magalhães (p. 135)

Godofredo Filho (p. 141)

Fermamdp Caççage (p. 149)

Mario Ferreira de Medeiros (p. 177)

M. Paulo Filho (p. 185)

Olbiano de Mello (p. 191)

Philemon da Matta (p. 199)

Custódio de Viveiros (p. 205)

Americo Palha (p. 211)

Alvaro Armando (p. 217)

"O Progresso do Estado de São Paulo" (p. 223)

Menotti del Picchia (p. 229)

Nestor Victor (p. 230)

Cassiano Ricardo (p. 230)

C. da Veiga Lima (p. 231)

Revista do Globo (p. 231)

Adolpho Agorio (p. 232)

Theodomiro V. de Andrade (p. 232)

Gustavo Barroso (p. 232)

Osorio de Oliveira (p. 233)

Belisario Penna (p. 234)

Plínio Penna (p. 234)

Hildebrando Siqueira (p. 235)

Flávio de Campos (p. 235)

Madeira de Freitas (p. 236)

Almachio Diniz (p. 237)

Miguel Reale (p. 238)


APÊNDICE


(Diversas apreciações sobre Plínio Salgado como escritor e pensador)


Heitor Marçal (p. 241)

Rodrigues de Abreu (p. 246)

Jackson Figueiredo (p. 248)

Monteiro Lobato (p. 253)

Oliveira Vianna (p. 259)

Tristão de Athayde (p. 260)

Andrade Muricy (p. 262)

Murillo de Araujo (p. 271)

Roque Callage (p. 272)

Nuto Sant'Anna (p. 272)

Francisco Pati (p. 272)

Marius (p. 273)

Agripino Grieco (p. 273)

José Americo de Almeida (p. 273)

Afranio Peixoto (p. 273)

Luiz Delgado (p. 274)

Motta Filho (p. 274)

26 de out. de 2021

Tomo III - Obras Políticas, Miguel Reale

 

Capa do livro

Informações do livro:

Autor: Miguel Reale

Editora: Editora Universidade de Brasília (UnB)

Ano da edição: 1983

Páginas: 251


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ÍNDICE DA OBRA


1. A CRISE DA LIBERDADE (p. 5)

2. PERSPECTIVAS INTEGRALISTAS

Súmula do Integralismo (p. 15)

Posição do Proletariado (p. 37)

Sobre a Legislação Social (p. 43)

Aspectos do Socialismo no Brasil (p. 51)

A Posição do Integralismo (p. 57)

3. ATUALIDADES BRASILEIRAS

Explicação Indispensável (p. 71)

A Revolução de 30 (p. 73)

O Problema da Liberdade e a Revolução Necessária (p. 79)

Bases da Revolução Integralista (p. 91)

Rui Barbosa e uma Revisão Necessária (p. 105)

Notas à Margem de Casa Grande & Senzala (p. 109)

A Influência do Imigrante (p. 115)

O Conceito de Estado na Obra de Azevedo Amaral (p. 121)

Considerações Gerais sobre a Indústria Brasileira (p. 127)

Estudos Sociológicos de Geografia Sentimental (p. 143)

4. ABC DO INTEGRALISMO

Dedicatória (p. 153)

Prefácio (p. 155)

Como Nascem os Partidos (p. 157)

Partidos e Programas (p. 161)

O Oportunismo Partidário (p. 165)

A Soberania Popular (p. 171)

O "Coronel" Sucedâneo do Estado Liberal (p. 177)

A Comédia Eleitoral (p. 185)

Em Lugar dos Partidos, as Corporações (p. 193)

O Drama Comunista (p. 207)

Pela Ordem (p. 211)

5. NÓS E OS FASCISTAS DA EUROPA (p. 223)

6. CORPORATIVISMO E UNIDADE NACIONAL (p. 235)

7. INTEGRALISMO E DEMOCRACIA (p. 243)